19

Maio

A esperança é verde e nunca morrerá…

 

Dia desses eu postei essa imagem abaixo, numa tentativa de mostrar que é possível sim fazer diferente. 

 

E que é possível se libertar do tal comportamento de manada e/ou desligar o piloto-automático e fazer a diferença no mundo, ainda que para isso, pareçamos meio malucos.

E que maravilha não ser “normal” num mundo que está cada vez mais doente.

Eu de fato acredito nisso mas confesso que me surpreendi (e me emocionei) quando uma seguidora do meu instagram (que agora é uma amiga também) me mandou a imagem dessa mesma casa, porém, não se tratava de um desenho mas sim de uma foto!

 

 

 

 

Sim! A casa na floresta existe! E está no meio de uma área totalmente urbanizada. 

 

 

 

Esse lindo lugar existe na cidade de Aparecida de Goiânia (Goiás) e todo o trabalho foi iniciado há cerca de 20 anos, quando foram plantadas 12 mil mudas e restituídas 07 nascentes por iniciativa não de uma empresa, ou do poder público. Mas sim pela iniciativa de PESSOAS!

Nesses 20 anos, o local que antes tinha apenas uma vegetação de pequeno porte, se tornou uma exuberante floresta, enquanto todo o seu entorno foi transformado em asfalto e concreto pelo crescimento urbano nada sustentável.

Desde então, o local recebe visitação de escolas para aulas de educação ambiental e toda a manutenção é realizada pelo casal Lucilane Estolano e Paulo Roberto Jardim!

Dá uma olha das fotos a seguir para ter ideia do que somente 02 pessoas foram capazes de fazer!!!

 

FICOU APAIXONADO? QUER CONTRIBUIR DE ALGUMA FORMA?

Como já disse, toda essa FLORESTA tem sido mantida com o trabalho e com os recursos do próprio casal, e é claro que isso não é fácil.

Então, eles estão em busca de ONGs e de voluntários que possam de alguma maneira ajudar na manutenção do lugar.

A área tem um total de 44.000 m² (mais ou menos uns 40 campos de futebol)  e é mantida como Reserva Ecológica Ambiental.

Localização: Entre a Avenida Veiga Vale e o Rio Santo Antônio.

Quem quiser contribuir de alguma maneira pode falar comigo ou falar diretamente com a ambientalista Lucilane pelo instagram @lucilaneestolano

TAMBÉM PODE CONTRIBUIR COM A CAMPANHA SOS MATA CILIAR:

https://www.kickante.com.br/campanhas/ajude-salvar-matas-ciliares-0

 

 

 

Ao casal Lucilane Estolano e Paulo Roberto Jardim, obrigada por tanto!

 

 

 

 

Eu espero que o texto de hoje tenha te inspirado e te feito entender, através do exemplo, que todos nós somos capazes de fazer algo de bom para o mundo!

 

@magdamaya.ambiental

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16

Maio

Mostra Donas de Si – Coletivo Vestigium

Nesta sexta-feira, dia 17 de Abril, o Coletivo Vestigium – Art Gallery realizará a Mostra Donas de Si,  em homenagem a Maria da Penha.

“Cearense emblemática, indicada para receber o Prêmio Nobel da Paz, autora do livro Sobrevivi e fundadora do Instituto Maria da Penha é nosso SÍMBOLO DE LUTA POR UMA VIDA LIVRE DE VIOLÊNCIA.  Fortaleza que nos representa e inspira a continuar lutando. 

Mulheres fantásticas que atuam bravamente nas artes plásticas do Ceará, estarão expondo nessa mostra que é mais do que uma exposição – é um grito. 

A intemporalidade do conteúdo manifesta-se como um pensamento livre para todos, onde o resultado concreto dessa ideia é a soma dos matizes de todas as estações.

Na mescla de estilos identificamos a marca do Vestigium traduzida em diferentes linguagens, entre os novos na estrada e os de longa viandada. Os pré-conceitos ficam a margem do caminho, abrem-se novas perspectivas que reforçam a identidade em evolução de cada obra/artista refletindo o espectro de valores dentro e ao redor do expectador.

O Coletivo arremata sua narrativa, através de um painel sensitivo, “pintado” pelos homens do coletivo.

Os artistas participantes desta exposição são a soma de diversas naturezas, gêneros misturados que têm voz, se expressam e ao mesmo tempo colidem. Seus trabalhos representam as artes plásticas em suas diferentes vertentes com originalidade, subjetividade e transcendência”.

 

 

A exposição inclui obras das seguintes artistas convidadas:

​Ana Débora Pessoa / Liana Rebeca / Luana Braga / Rosangela Pinguelli / Silania Cavalcante / Silvia Pinheiro / Zélia de Moraes

 

 

Os integrantes do Coletivo Vestigium são: 

 A. Carvalhedo / Betocello / Cláudio Viriato / Daniel Pellegrim / D. Barros / Humberto de Araujo / Ivo Sousa / Jens Beuthler / João Holanda / Ney Amâncio / Raianny Queiroz / Raimundo Netto / Renata Holanda / Terry Kay Araujo

 

Informações:

MOSTRA DONAS DE SI

Sexta-feira,  17/04, às 19hs na Vestigium ArtGallery

Rua Nogueira Acioli, 891 No prédio do IBEU Aldeota.

https://www.vestigiumbr.com/donasdesi2019

 

 

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10

Maio

Escrever é (R)EXISTIR!

Era outubro de 2018… éramos pessoas com corações aflitos pelo país! Éramos desconhecidos uns aos outros!

Depois daquele encontro promovido “pelas meninas da Aliás”…

 

– de outubro já seríamos para toda a vida, 

– de corações aflitos passamos para mãos que nunca mais se soltariam.

– de desconhecidos passamos a cúmplices no desejo de (R)EXISTIR por meio da ESCRITA!

 

 

 

Hoje, 10 de maio de 2019 celebramos o lançamento de nossa primeira obra coletiva:

o livro Paginário!

Um livro que de tão despretensioso fala muito mais sobre todos nós (escritores e leitores) do que poderíamos imaginar.

No meio de tanta tristeza, dor, cansaço e desilusão com nosso país… esse livro hoje será fonte da mais genuína alegria

 

O Paginário vem provar que O FAZER COLETIVO, A COLABORAÇÃO, AS AFETIVIDADES E A RESISTÊNCIA são capazes de realizar verdadeiras obras-primas, cheias de humanidades!

 

Aliás…

aprendi com Anna K Lima uma frase que levarei comigo sempre: “Se ninguém te escuta, escreve!”

 

Laçamento do Livro Paginário

às 19h no Espaço O POVO

Editora Aliás – @selo.alias

Autores:

 

Magda Helena Maya

Orgulhosamente uma das coautoras do Paginário

@magdamaya.ambiental

03

Abr

AQUASIS EM FESTA!!!

Sabe aquelas pautas que a gente adora publicar? Pois bem!
 Todos os Cearenses deveriam ter orgulho da ONG AQUASIS que está completando 25 anos em prol da conservação da biodiversidade no Ceará!!!

 

A AQUASIS – Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos chega este ano às suas bodas de prata em prol da conservação do meio ambiente.

Ao longo de 25 anos de muitos desafios e conquistas, a ONG apresenta resultados que inspiram a sociedade no que diz respeito a preservação de espécies da fauna do nordeste brasileiro que estão ameaçadas de extinção, em especial à biodiversidade do Ceará. 

O pontapé inicial deu-se em 7 de abril 1992 por um grupo de estudantes da Universidade Federal do Ceará – UFC e Universidade Estadual do Ceará – UECE, no anseio não apenas de pôr em prática aquilo era aprendido na academia, mas também pela percepção de que a vida marinha, já naquele tempo, precisava de ajuda. A união de jovens dispostos a fazer a diferença era o esforço necessário para fincar as bases do que hoje se materializa como uma das instituições conservacionistas mais respeitadas do país.
Hoje, a AQUASIS conta com três frentes de atuação: o Programa de Mamíferos Marinhos (PMM), o Programa de Aves (PAVES) e o Núcleo de Educação Ambiental (NEA). Dentro do PMM temos o Projeto Manatí, contemplado pela terceira vez com o patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental, que viabiliza ações que vão desde o monitoramento de praias ao resgate de mamíferos marinhos encalhados na costa cearense, com mais de 950 animais atendidos ao longo desses anos. O programa também conta com um Centro de Reabilitação de Mamíferos Marinhos (CRMM) desde 2001 em parceria com o SESC/CE, que foi expandido em 2012 e se tornou um local de referência na América Latina para atender uma das espécies mais ameaçadas de extinção do Brasil, o peixe-boi marinho.
Atualmente, o CRMM encontra-se com 16 animais, sendo 9 deles em fase final de reabilitação, preparando-se para serem reintroduzidos na natureza, outro marco histórico para o Ceará.
O Programa de Aves, está subdivididos em três projetos:
  • O Projeto Periquito Cara-suja, baseado na serra de Guaramiranga, atende uma ave exclusivamente nordestina que vinha tendo drásticas perdas em sua população pelo tráfico de animais silvestres e desmatamento, mas que graças aos esforços dos biólogos envolvidos na instalação de caixas-ninho, mais de 400 filhotes nasceram para elevar o número de indivíduos no Ceará. O sucesso dessa iniciativa inovadora rendeu a AQUASIS diversos prêmios nacionais e internacionais, e fez o Periquito cara-suja sair da categoria de Criticamente Ameaçado de extinção para Ameaçado.
  • O Projeto Soldadinho-do-Araripe nasceu em 2003 na Chapada do Araripe, com o intuito de evitar a extinção global de uma espécie endêmica do Ceará, que dá nome ao projeto. O Soldadinho-do-araripe foi descoberto pela ciência pela primeira vez no ano de 1996 por um ornitólogo, e hoje pesquisador da Aquasis, já sob risco de deixar de existir totalmente na natureza. Ao longo de 15 anos de atividade, o projeto encabeçou um Plano de Conservação da espécie publicado em 2006 que deu origem a um Plano de Ação Nacional que encontra-se em sua segunda edição, vigente até 2021. Desenvolveu protocolos de produção de espécies para restauração florestal e plantio de mais de quinze mil mudas, além do manejo de levadas (canais d’água) para irrigação de matas habitadas pelo pássaro. Sem falar no árduo processo de educação ambiental que consagrou o soldadinho-do-araripe como ícone regional do Cariri.
  • No Projeto Aves Migratórias do Nordeste, também contemplado este ano com o patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental, são realizados o monitoramento e ações de conservação para proteger as aves migratórias e residentes que utilizam o litoral do Ceará para descanso e alimentação ao longo da sua rota Atlântica. Muitas dessas aves, como o maçarico-do-papo-vermelho, estão ameaçadas de extinção, principalmente pela ocupação humana desordenada que destrói importantes áreas de alimentação e descanso para a espécie ao longo da sua rota migratória rumo ao sul do país. Os pesquisadores do projeto vem contribuindo ainda com a execução do Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves Limícolas.
E por fim, mas não menos importante, o Núcleo de Educação Ambiental, que através do Projeto Brigada da Natureza, realizado em parceria com o SESC e com patrocínio da ENEL, seleciona alunos de escolas públicas da região de Iparana, buscando complementar a sua educação com informações sobre sustentabilidade e conservação dos recursos naturais, atividades práticas ligadas à reciclagem, agricultura orgânica, biologia da conservação e geração de renda.
Após um quarto de século trabalhando duro, a AQUASIS acredita que sua jornada está apenas no começo e que muito ainda pode ser feito em prol da biodiversidade sensível do Ceará! Também acredita que a sociedade pode ser impactada de forma positiva através das ações realizadas pela instituição e que, com a ajuda de muitos voluntários e entusiastas, continuará lutando todos os dias para transformar o mundo em um lugar melhor.
Que venham os próximos 25 anos!
 
@magdamaya.ambiental

11

Mar

Sobre Serviços Ecossistêmicos – Abelhas e Polinização

Vamos falar sobre Serviços Ecossistêmicos e a urgência de prestarmos mais atenção para as questões ambientais?
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A queda nas populações do inseto (Síndrome do Colapso das Abelhas), ocorre por fatores naturais e pela ação humana, por meio da destruição do ambiente das abelhas selvagens e do USO MASSIVO DE AGROTÓXICOS e AGROQUÍMICOS.
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VISÃO SISTÊMICA:
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Se as abelhas sumirem, boa parte dos vegetais também deixará de existir. Isso porque elas são responsáveis pela polinização de até 90% da população vegetal.
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Com a queda drástica na quantidade de vegetais disponíveis, as fontes de alimentação de animais herbívoros ficarão escassas, gerando um efeito dominó na cadeia alimentar. Os herbívoros irão morrer, diminuindo a oferta de alimento aos carnívoros, atingindo um número cada vez maior de espécies até chegar aos humanos.
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Com poucos vegetais e carnes à disposição, valerá a lei da oferta e da demanda. A tendência é que os preços dos alimentos disparem, assim como os valores de outros artigos de origem animal e vegetal, como o couro, a seda e o etanol, para citar só alguns. Está formada uma crise econômica.
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Na luta pelo pouco alimento que restou, a população mundial pode iniciar conflitos e até guerras. A agropecuária em crise afetará vários setores da economia, gerando desemprego, queda geral de produtividade e insatisfação popular.
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Pela fome, muitos morrerão ou ficarão doentes. Poucos conseguiriam sobreviver a esse caos.
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(Fontes: Super Interessante, Greenpeace, Revista Eletrônica de Veterinária e Embrapa)

 

Links:

S.O.S., as abelhas pedem socorro

https://g1.globo.com/natureza/blog/andre-trigueiro/post/2019/02/21/licenciamento-recorde-de-novos-agrotoxicos.ghtml

https://www.greenme.com.br/informar-se/agricultura/7694-agrotoxicos-mataram-500-milhoes-abelhas-brasil?fbclid=IwAR3-cG4UffWEuEt9zExWVBUmRR2waShdUsqgnP4HahfVqedjIxaVRWtEwKk

Apicultores brasileiros encontram meio bilhão de abelhas mortas em três meses

 

 

 

08

Mar

Os 4Rs da Sustentabilidade 4.0

Dando continuidade ao artigo anterior onde falo sobre a origem do conceito em si, hoje quero falar sobre os 4Rs da Sustentabilidade 4.0.

Se concordamos que estamos tratando desde o início da construção de um novo mindset (ou no bom português, uma nova mentalidade) sobre a Sustentabilidade como um todo, devemos estar de acordo também que a evolução e a revolução estão na forma de ENXERGAR a realidade e de PENSAR sobre tudo o que está posto e engessado historicamente.

Arrisco dizer que para ser 4.0 é necessário ter a capacidade de REPENSAR tudo!

Para que possamos dar os primeiros passos na direção de uma nova mentalidade sobre a Sustentabilidade, julgo importante entender que existem pelo menos 4 elementos cujos propósitos, objetivos e/ou condutas deverão ser repensados.

São eles: as Pessoas; as Empresas; o Estado (instituições públicas); e as Leis (ordenamento jurídico).

Para ilustrar de uma forma um pouco mais simplificada, criei os 4Rs da Sustentabilidade 4.0 onde faço as seguintes sugestões:

 

  • RECONEXÃO PESSOAL com a VIDA e com a NATUREZA! Sim, todas as pessoas!

Considerando que em um dado momento da história da humanidade “nos perdemos” de nossa essência e passamos a considerar a natureza como um mero produto (ou recurso natural), sobre o qual temos domínio e que está à nossa disposição para ser usado de qualquer jeito, é chegado o momento de nos reconectarmos com a vida em todas as suas formas e repensar nossas escolhas e ações cotidianas, lembrando que somos dependentes dessa natureza e que não podemos continuar negligenciando-a, explorando-a e destruindo-a.

Então podemos sim dizer, que desde o simples canudinho até as ações mais relevantes como prestar atenção no seu consumo e descarte, é papel de todos nós, contudo, somente iremos entender isso partindo de uma Reconexão.

Falta-nos visão sistêmica e é isso que devemos buscar a partir de já por meio de amplo processo colaborativo de Ecoalfabetização (processo onde adultos aprendem a “ler” o meio ambiente). E quem deve fazer tudo isso? Todos nós, por todos o meios, caminhos e lugares entendendo que não podemos mais terceirizar nossas responsabilidades aos ambientalistas, às instituições e a qualquer “salvador da pátria” que nos apareça.

 

  • REPUTAÇÃO EMPRESARIAL associada às boas práticas SUSTENTÁVEIS

Eu não deveria precisar mencionar aqui que estamos na era da informação e que as empresas precisam definitivamente ter muito cuidado com sua imagem perante a opinião pública, fornecedores e clientes né? É inaceitável que empresas ainda continuem insistindo em velhos modelos insustentáveis, “dando um jeitinho” ou simplesmente tentando burlar as leis para não cumprirem suas obrigações ambientais e sociais.

Temos visto no Brasil grandes empresas perderem credibilidade e terem sua reputação manchada por motivações que vão desde a morte de centenas de pessoas por um rompimento de barragem, até a morte de um cachorro assassinado por um segurança que certamente não teve a devida orientação do setor de Gestão de Pessoas (ou RH como queiram), que por sua vez também não deve considerar as questões ambientais relevantes pois nunca foram Ecoalfabetizados.

Você poderia até me questionar: porque o “R” das empresas não é o de “Responsabilidade”? A resposta é simples e direta: preferi falar de reputação pois isso as empresas conseguem valorar como investimento, enquanto a responsabilidade ainda é vista como custo. Mas fiquem tranquilos pois geralmente, para uma empresa conseguir construir uma boa reputação, é preciso antes de tudo que ela seja responsável. Ou será que as empresas ainda acham que o famigerado greenwashing é “sustentável” ao longo do tempo?

 

  • RESPONSABILIZAÇÃO INSTITUCIONAL especialmente dos órgãos de gestão ambiental, sobre a condição ambiental nos lugares

É algo que acontece somente comigo ou você também já percebeu que na área ambiental as instituições públicas não conseguem mais resguardar a sociedade dos riscos ambientais e dos desmandos de toda ordem sobre a natureza e sobre a qualidade de vida nas cidades?

Eu poderia citar incontáveis razões para isso, mas preciso focar no que a Sustentabilidade 4.0 pode trazer de inovação nesse sentido. De todos os pontos, vou mencionar aqui dois aspectos cruciais:

Primeiro: órgãos gestores de meio ambiente precisam renovar suas metodologias de avaliação de impactos e riscos ambientais.

Esse atual modelo baseado em estudos ambientais que justificam todo e qualquer empreendimento pelos ganhos econômicos em detrimento dos impactos ambientais e sociais, não pode mais continuar existindo. O mesmo modelo onde as análises são quase que exclusivamente focadas em análises de IMPACTOS SOBRE A NATUREZA e quase nada em RISCOS TRAZIDOS PELA ALTERAÇÃO DA DINÂMICA E SISTEMISMO DA NATUREZA também não está ajudando. Esse formato atual onde analistas ambientais se pautam exclusivamente nas leis e não avaliam o dinamismo da natureza em si também não tem contribuindo em nada para nos resguardar nem de crimes ambientais e nem de riscos de desastres naturais. Por fim, afirmo que esse modelo baseado em MULTAS e COMPENSAÇÕES FINANCEIRAS em nada estão ajudando a recuperar o meio ambiente uma vez que quase nada desse dinheiro se converte em projetos de recuperação ambiental. Tem alternativa? Claro que sim! Mas não vai ser aqui, nesse texto, que iremos tratar.

Segundo: órgãos de gestão ambiental precisam INVESTIR dinheiro, tempo e pessoas em EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ECOALFABETIZAÇÃO.

Não consigo conceber e aceitar que no Brasil seja tão natural investir milhões e milhões em obras de infraestrutura, em mega projetos arquitetônicos e em construção de vias e mais vias e ao mesmo tempo sempre que se fala em Meio Ambiente ou Educação Ambiental nunca há recursos disponíveis.

Qualificar as informações ambientais difundidas, trabalhar em parcerias, se valer da tecnologia e das mídias e pensar em educação ambiental para  crianças e em ecoalfabetização para adultos deve se tornar uma PRIORIDADE nas instituições públicas ambientais.

Precisamos de instituições públicas na área ambiental com capacidade de se responsabilizar pelo que estão fazendo e pelo que não estão conseguindo fazer!

Se eu fosse um gestor público e lesse os parágrafos acima, certamente iria repensar minhas ações, no lugar de ficar tentando me auto convencer de que “faz diferente” e de que tá tudo indo muito bem.

 

  • RENOVAÇÃO das LEIS AMBIENTAIS

Essa é tão perigosa quanto necessária. No Brasil, criamos um sistema de leis considerado eficiente mas que pouco a pouco vem sendo completamente desvirtuado pelas “flexibilizações” das leis, para atendimento de interesses específicos, geralmente nada coletivos. Mas, para além desse fator em si, o que quero mencionar na Sustentabilidade 4.0 é a necessidade de renovação e revisão quanto à visão antropocêntrica de nosso ordenamento jurídico.

Enquanto no mundo muitos países imprimem uma visão mais ecocêntrica em suas leis e até em suas constituições, no Brasil o assunto agora que começa a ser discutido por alguns visionários presentes no sistema jurídico. Felizmente no Ceará temos a juíza e professora Germana Moraes que é uma das principais vozes sobre os Direitos da Natureza.

Sim, nessa nova visão a natureza é considerada sujeito dotado de direito e a importância desse reconhecimento se torna cada vez mais evidente em casos de tragédias como as ocorridas em Mariana e em Brumadinho, onde além das perdas de vidas humanas, perdemos o Rio Doce e estamos perdendo o Rio Paraopeba.

Arrisco dizer que todo essa tentativa para construir uma nova mentalidade sobre a sustentabilidade não poderia ser operacionalizada se não houvesse um caminho alternativo para o ordenamento jurídico atual.

 

São portanto estes os 4R que indico como ponto de partida para a construção de uma Sustentabilidade 4.0, baseada em conhecimento, informação, educação e revalorização da vida.

Em julho desse ano teremos o lançamento do meu livro sobre o tema, onde aprofundarei toda essa discussão.

Fiquem à vontade para curtir, compartilhar e comentar.

 

Magda Maya

Geógrafa e Dra. em Desenvolvimento e Meio Ambiente

@magdamaya.ambiental

 

07

Mar

Sustentabilidade 4.0 – Um novo mindset sobre Sustentabilidade

Muito se tem falado sobre a quarta revolução industrial que se traduz no conceito de Indústria 4.0 mas parece que nem todos entenderam que os conceitos diretamente relacionados – como o de Sustentabilidade, por exemplo – também passam por processos de transição e evolução.

Dito isso, o que seria então a Sustentabilidade 4.0?

Para começar gostaria de pactuar o seguinte entendimento: Sustentabilidade não se restringe às questões ambientais. Esse conceito é muito mais amplo e merece ainda mais atenção.

Por derivar do conceito maior de Desenvolvimento Sustentável, a Sustentabilidade pode ser compreendida como a capacidade de tornar algo sustentável ao longo do tempo – num horizonte planejado de longo prazo –, considerando para isso aspectos SOCIAIS, ECONÔMICOS e AMBIENTAIS.

Sabemos que os aspectos econômicos e financeiros – por razões óbvias – são aqueles que acabam ganhando grande atenção dos gestores porém, para vislumbrar uma indústria sustentável e para promover um desenvolvimento sustentável as empresas precisarão rever essa conduta.

E não apenas eu estou dizendo. A sociedade (leia-se consumidores) e as instituições públicas (leia-se reguladores) estão cobrando cada vez mais dos empresários.

Dito isso é preciso um entendimento sobre a Sustentabilidade 4.0 para então começar a construir caminhos nesse sentido. Para contribuir, apresento a seguir – de forma resumida – como se deu a origem e evolução dos conceitos relacionados à sustentabilidade de acordo com as revoluções industriais.

Primeira Revolução Industrial:

Caracterizada pelo descobrimento das utilidades do carvão como fonte de energia para máquinas à vapor e locomotivas. Uma grande revolução no transporte de mercadorias e surgimento de grandes cidades.

Surgimento da corrente de pensamento ecológica – Controle da Poluição

Nesse momento surgem as primeiras preocupações ecológicas relacionadas estritamente ao controle da poluição, ou seja, ganha notoriedade a necessidade de controle quanto ao expurgo de poluentes na natureza. Aqui a preocupação estava bem mais relacionada aos impactos à saúde da população do que aos impactos na natureza. Já no final do período e na transição para a segunda revolução industrial, as indústrias buscaram adotar práticas menos poluentes, aprimorando suas tecnologias na medida em que as instituições reguladoras passaram a atuar.

Segunda Revolução Industrial:

Caracterizada pelo aprimoramento das tecnologias já existentes, e pelo uso da eletricidade e do petróleo como fontes de energia, a produção de aço e alumínio e o advento das indústrias automobilística e bélica. Vale ressaltar também a ascensão do Fordismo como modelo de produção em massa para o atendimento da sociedade que se tornava cada vez mais consumidora.

Surgimento da corrente de pensamento conservacionista – Uso racional dos recursos naturais

Nesse período ganham força e visibilidade as noções de uso racional de recursos naturais e degradação ambiental além de questionamentos sobre desigualdade social. Há, portanto, uma ampliação das preocupações sobre o que é retirado na natureza e não apenas no que é expurgado nela.

Terceira Revolução Industrial:

Caracterizada pelo revolução técnico-científica informacional a terceira revolução industrial é marcada pelo uso de tecnologias tais como: informática, robótica, biotecnologia, telecomunicações, nanotecnologia, além da revolução na área de transportes. Trata-se ainda do momento que estamos vivendo onde a globalização e o modelo de capitalismo moldam a chamada divisão internacional do trabalho.

Surgimento da corrente de pensamento do Desenvolvimento Sustentável  – Tripé da Sustentabilidade (Ecologicamente Equilibrado + Socialmente Justo + Economicamente Viável)

Com os crescentes movimentos ecológicos conservacionistas (uso racional), surgem também os preservacionistas (não-uso) e para mediar esse conflito de percepções fica estabelecido e consolidado o conceito de Desenvolvimento Sustentável, onde o que se busca é um equilíbrio entre os interesses econômicos e sociais com o uso responsável e equilibrado da natureza com vistas a garantir boas condições de vida para as gerações futuras. Na prática das empresas, este conceito passa a ser chamado de Sustentabilidade e ganha uma correlação maior com os aspectos ambientais.

Muitas empresas passam a incorporar o conceito de sustentabilidade ambiental, porém ainda com a visão de redução de custos, pois de modo geral não percebem a sustentabilidade como estratégica e, portanto, negligenciam este setor enquanto investimento.

Também merece ser ressaltada a existência da chamada greenwashing (“uma mão de tinta verde) que significa que algumas empresas adotam uma imagem associada a sustentabilidade ambiental para efeitos de marketing porém em suas práticas reais nada é realizado.

Quarta Revolução Industrial:

Embora ainda não esteja efetivamente estabelecida, é possível perceber a chegada da Indústria 4.0 caracterizada pela crescente automatização dos processos de produção e pelo desenvolvimento de sistemas inteligentes para a tomada de decisões. A tendência é que o chamado “chão de fábrica” se funda com o campo de tomada de decisões uma vez que as máquinas poderão “aprender” e se auto aprimorar durante o processo. Os principais conceitos relacionados são: Internet da Coisas e Big Data Analytics, além dos aspectos críticos de segurança.

Surgimento da corrente de pensamento de Vida Sustentável  –Sustentabilidade 4.0

É aqui então que finalmente empresas começam a compreender 3 questões cruciais:

– As empresas precisão de profissionais altamente capacitados em matéria ambiental – e não me refiro a saber fazer um licenciamento ou um estudo ambiental – , capazes de ajuda-las a se moldar a uma Economia Circular emergente e a promover inovação ambiental com a incorporação de conceitos como: vida sustentável, serviços ecossistêmicos, ecodesign e sustentabilidade 4.0, por exemplo.

– A sustentabilidade (no seu sentido mais amplo) é não apenas estratégica mas também crítica para empresas que desejam crescer, se destacar e até se manter no mercado. Não havendo mais espaço para greenwashing uma vez que os consumidores estão mais atentos, exigentes e dispostos a CONSUMIR (leia-se pagar por) sustentabilidade.

– As empresas precisão estar cada vez mais conectadas com as ações globais, não podendo mais restringir sua atuação e REPUTAÇÃO à comunidade local. No caso da indústria um caminho fundamental é verificar uma possível adequação aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS da ONU (pretendo escrever um outro artigo enfatizando esse assunto).

Então é isso, se você chegou até o final desse texto eu agradeço e espero ter contribuído de alguma forma para a ampliação de visão sobre a sustentabilidade.

Em outro textos falaremos sobre os 4 Rs da Sustentabilidade 4.0

 

Magda Maya

Geógrafa – Dra. em Desenvolvimento e Meio Ambiente

Fundadora da Geoanalysis – Meio Ambiente e Inteligência Geográfica

 

PS:

Caso deseje saber mais sobre o tema por meio de palestras e/ou consultoria entre em contato pelo e-mail ambientalmaya@gmail.com

Mais sobre Magda Maya: Clique aqui

 

Lembre-se: se precisar usar esse texto ou seus trechos citar a seguinte referência: MAYA, M. H. Sustentabilidade 4.0. Artigo publicado na web em 14.10.2018. Disponível em http://oestadoce.com.br/blog/mayaambiental/sustentabilidade-4-0/. 2018.

07

Mar

Dia das mulheres como deve ser…

Que tal celebrar o Dia da Mulher com união e informação?

Está chegando o curso “Futuro Feminino: Feminismo(s) como base para a evolução”! mediado pela jornalista, empreendedora e ativista Clara Dourado.

As aulas ocorrerão nos dias 11, 12 e 13/03, entre 18h30 e 22h, na Transforme Coworking – Rua Barbosa de Freitas, 1035, Aldeota, Fortaleza/CE.

Nós, mulheres, invadimos os espaços que nos proibiram de ocupar, quebramos as regras que nos disseram para seguir, transformamos dor em luta, mudamos o mercado de trabalho e semeamos revoluções nas próximas gerações. Sim, *um futuro melhor e mais coerente com nossa sociedade e nosso planeta é possível e esse futuro é feminino! * ✊🏽

Garanta sua vaga!

SERVIÇO

Curso “Futuro feminino: Feminismo(s) como base para a evolução”
Facilitadora: Clara Dourado – Jornalista, empreendedora e ativista
Data/horário: 11, 12 e 13 de Março de 18h30 às 22h
Local: Rua Barbosa de Freitas, 1035, Aldeota, Fortaleza/CE
Investimento: R$ 150
Inclui: Material didático e coffee break todos os dias
Vagas: 20
Inscrições e mais informações pelos telefones: (85) 3085-5078 / 99169-1135

07

Fev

Gente é pra brilhar! Mas só se for sem poluir os oceanos!

Como dito na música “GENTE” de Caetano Veloso: “gente é pra brilhar” e quem me conhece de pertinho sabe que eu concordo muito com isso.

Literalmente!

Mas nas atuais condições  em que se encontra nosso planeta, onde se prevê que até 2050 haverá mais plásticos do que peixes nos oceanos, não da pra sair brilhando por aí sem pensar nas consequências disso, né?

E qual momento seria mais oportuno para falar em brilho do que o carnaval (com o pré carnaval incluso)?

Nesse período todo folião quer brilhar e se divertir, e isso faz com que muita gente use o adorado GLITTER!!!

O problema é que o lindíssimo e reluzente glitter que a maioria das pessoas usa, é feito de plástico! E pior… os grãos são tão pequenos que acabam passando direto nos filtros das redes de esgoto e  indo parar nos oceanos, sendo ingeridos pelos animais marinhos em forma de micro plásticos e/ou até mesmo voltando para nossa própria alimentação no sal marinho. Sabiam disso?

Mas e aí como ficamos? Não vai ter brilho no carnaval?

Vai ter brilho sim!!!! E você só precisa estar atento para fazer uma compra consciente e sustentável.

É só procurar que você encontra glitter feito à base de minerais e/ou vegetais. E pra isso você tem duas opções:

A primeira é olhar nas embalagens para verificar a composição. Se não tiver qualquer informação ou se constar na composição estes elementos: polietileno tereftalato (PET), polietileno (PE) ou polipropileno (PP), pode acreditar que é plástico!

A segunda é ir direto na fonte conhecendo as melhores alternativas sustentáveis.

E hoje eu quero falar especialmente do eco glitter da Alquimist Comésticos Naturais, que lançou a coleção “Trio Elétrico” para o Carnaval 2019.

Trata-se de um kit com três produtos: eco glitter, bálsamo multiuso e hidratante corporal luminoso.

Tudo 100% artesanal, vegano e natural!

 

Segundo a assessoria de imprensa da Alquimist, “os produtos trazem gel de algas extraído de forma artesanal a partir de algas cultivadas de forma sustentável por pescadores na Praia de Flecheiras/CE. Os produtos naturais e veganos são pensados e fabricados de forma a respeitar pessoas, animais e com o menor impacto possível no meio ambiente.”

Para Aline Machado (química e empreendedora responsável pelas fórmulas da empresa), “é essencial colocar a sustentabilidade no cerne de tudo. Não podemos mais negar que muitos recursos naturais estão acabando e que outros materiais sintéticos causam danos irreversíveis ao meio ambiente”.

A poluição dos mares e rios causada pelo micro plástico, matéria-prima da purpurina comum, foi uma das principais motivações dela para a produção do eco glitter de gel de algas – produto 100% biodegradável.

Quer saber mais e onde encontrar?

Trio Elétrico Alquimist
Kit de carnaval com produtos 100% veganos, naturais e sem testes em animais:
– Eco glitter feito com gel de algas de cultivo sustentável e pigmentos minerais. Disponível nas cores: dourado, rosa, lilás, azul, verde, vermelho, prata, amarelo e laranja. R$ 15 o pote com 8,5ml.
– Bálsamo multiuso feito com óleos e manteigas vegetais, extrato de algas e pigmentos minerais. Disponível nas cores: vermelho, dourado, azul, prata e rosa. R$ 30 o pote com 20g.
– Loção iluminadora feita com creme natural a base de cera de coco, óleo de castanha do pará e pigmentos minerais. Disponíveis nas cores: dourada e bronze. R$ 40 o pote com 50ml.

Valor total do kit na compra dos três produtos: R$ 70

Pontos de venda em Fortaleza:

Loja Revival (Av. Monsenhor Tabosa, 628)

Transforme Coworking (R. Barbosa de Freitas, 1035 – Aldeota)

Vendas para todo o Brasil via Instagram.

Mais informações: https://www.instagram.com/alquimistoficial/

 

Gostaram da dica? Se sim…  a gente se encontra brilhando e sustentabilizando por aí! 

 

Magda Maya

@magdamaya.ambiental

 

 

 

07

Fev

É carnaval sustentável na cabeça!

Quero começar essa postagem com três informações:

A primeira é que a partir de hoje vou dedicar uma pequena série de textos para foliões carnavalescos de carteirinha!

A segunda informação é que a sustentabilidade precisa se tornar um exercício cotidiano (inclusive no carnaval), para que possamos PERCEBER e REPENSAR nossos modos de consumo como um todo, afinal pensar em sustentabilidade não diz respeito somente a “canudinho” e “copinho”.

A terceira informação é a de que já temos muitas soluções e alternativas para nos ajudar nessa transição para um modelo de consumo mais consciente e sustentável, e eu vou já te mostrar uma muuuuuuito interessante.

Dadas estas informações quero te convidar a repensar:

o que você já andou comprando/usando ou pensando em comprar para esse carnaval?

Se pensamos em reduzir o consumo de plásticos descartáveis, podemos ir além e CRIAR soluções para reaproveitamento daquilo que já seria descartado.

Quer ver um exemplo?

Nos pré carnavais e carnavais da vida, virou moda usar adereços de cabeça sim?

Tem muita gente querendo ter um unicórnio, um flamingo, um abacaxi, uma joaninha, um arco-íris, uma borboleta, dentre outras coisas fofinhas, brilhantes e coloridas na cabeça.

Mas será que estamos PERCEBENDO que estes adereços são feitos de plástico (ou até outros materiais) que “no final da festa” acabarão indo para o lixo?

Então…

Porque não repensar e criar adereços a partir da reutilização de materiais que vão desde papéis até RESÍDUOS ELETRÔNICOS?

Isso mesmo!

Inspirada nesse pensamento, desafiei o pessoal da @residuostecnologicosustentavel a criar adereços carnavalescos de cabeça para esse carnaval.

E não é que eles fizeram coisas lindas, aproveitando mouses, componentes internos, fones de ouvidos dentre muitos outros adereços incríveis?

Fiquei tão empolgada que até servi de modelo pra eles hein!!! No final do texto mostro as fotos do dia em que fui visitá-los!!! 

A propósito, o artista e Ecoprodutor Sérgio Lima (na foto ao lado) trabalha com esculturas, porta-trecos, brinquedos e muito mais coisas incríveis utilizando apenas resíduos eletrônicos!!! Vocês deviam MESMO conhecer!

Então é isso!!! Por hoje fiquem com as fotos, adicionem eles e a mim no instagram e se possível, pensem no que acabaram de ler!!!

Ahhh e se deixarem um comentário no final ficarei ainda mais feliz!

Até amanhã com mais um texto sobre CARNAVAL SUSTENTÁVEL!

To pensando seriamente em escrever sobre ECOGLITTER!!!

Magda Maya

@magdamaya.ambiental