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Economia

Conselho Monetário define centro da meta contínua de inflação em 3%

quinta-feira, 27 de junho 2024

Horas após a publicação do decreto que criou um novo sistema de metas de inflação, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu a meta contínua em 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O colegiado se reuniu nesta quarta-feira (26) para regulamentar o novo indicador, que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2025.
O centro da meta de inflação é o valor em torno do qual se espera que a inflação oscile. É um objetivo definido para orientar a política monetária, ajudando a manter a estabilidade dos preços. No caso, o CMN definiu que o centro da meta será 3%, permitindo que a inflação varie entre 1,5% e 4,5%, dado a margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.
O CMN decidiu que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) será utilizado como referência para medir a inflação. “O Banco Central do Brasil fará as alterações necessárias em seus regulamentos e normas para implementar esta resolução”, informa o comunicado.
Com a introdução da meta contínua, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação anualmente. Somente se houver necessidade de alterar a meta, o Conselho se reunirá para definir novos limites, que só entrarão em vigor após 36 meses.
O CMN é composto pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad; pela ministra do Planejamento, Simone Tebet; e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e se reúne mensalmente. Para 2024, permanece a regra anterior, que estabelece uma meta de 3% com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, os mesmos valores da nova meta contínua.

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