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Economia

Sancionado reajuste da tabela do Imposto de Renda

quinta-feira, 02 de maio 2024

O reajuste da tabela do Imposto de Renda foi sancionado pelo presidente Lula nessa quarta-feira (1º/05), Dia do Trabalho. O Projeto de Lei (81/2024) altera os valores da tabela progressiva mensal do IR. Agora, a faixa de isenção foi estendida para quem ganha até dois salários mínimos (R$ 2.824). O ato ocorreu em solenidade em São Paulo, que começou pouco depois das 10h, na sede da Arena do Corinthians. Ao lado de Lula estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida. Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, e Cida Gonçalves, ministra das Mulheres, também estavam no palanque. A expectativa de CUT (Central Única dos Trabalhadores), UGT (União Geral dos Trabalhadores), Força Sindical, CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Nova Central, Intersindical e Pública Central do Servidor é reunir cerca de 40 mil pessoas.
“Vamos despenalizar as pessoas de classe média que pagam muito e fazer com que o muito rico pague mais, porque só o pobre paga. Nessa proposta do Imposto de Renda, todo alimento da cesta básica será desonerado. Não terá Imposto de Renda sobre a comida do povo trabalhador desse país”, disse Lula ao lado dos apoiadores.
Com o slogan “Por um Brasil mais justo”, líderes sindicalistas criticaram o Congresso Nacional durante o ato. Para eles, os legisladores não votam e não apoiam as pautas dos trabalhadores. Além disso, os manifestantes também pediram a revogação da reforma trabalhista e da previdência, ambas sancionadas na gestão de Jair Bolsonaro. Presentes no ato as bandeiras de emprego decente, correção da tabela do Imposto de Renda, juros mais baixos, aposentadoria digna, valorização do serviço público e salário igual para trabalho igual. Para Neiva Maria Ribeiro, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Osasco, há empresas que querem derrubar a Lei da Igualdade Salarial.
Outra pauta defendida pelos presentes foi a “desprivatização da Eletrobras”, cuja capitalização foi concluída no ano passado. Além disso, os manifestantes também se opuseram à manutenção da Sabesp enquanto empresa estatal, de economia mista. O projeto de lei que viabiliza a privatização da companhia de saneamento pode ser votado nesta quinta-feira (02/05) pela segunda vez na Câmara Municipal de São Paulo.

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