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Economia

Venda de veículos novos no Brasil cresceu 13,6% no mês de março

quinta-feira, 04 de abril 2024

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou nesta quarta-feira, 03, que os emplacamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus aumentaram em 13,6% em território brasileiro no último mês de março, se comparados com os dados registrados em fevereiro. Ao todo, somaram-se 187,7 mil unidades.
Com tal desempenho, o setor alcançou um crescimento de 9,1% nas vendas do primeiro trimestre, se comparado com o mesmo período em 2023, o que representa 514,5 mil veículos. Mesmo assim, a projeção indicada no início do ano, de que haveria um aumento de 12% nas vendas de veículos novos se mantém no setor. Tal índice corresponde a uma quantidade de 2,58 milhões de unidades.
Em março, todos os segmentos monitorados pela Federação, inclusive motocicletas e implementos rodoviários, registraram aumentos na comparação mensal. No entanto, a maior parte teve quedas em comparação com o mesmo mês em 2023. Somente motos e caminhões demonstraram avanços. Sozinho, este último somou 9,7 mil emplacamentos, o que significa um aumento de 18,3% na base mensal. O resultado diminuiu a queda no trimestre para 5,6%.
Já os ônibus obtiveram alta de 18,6% em comparação com fevereiro, o que corresponde a 2,05 mil unidades. O trimestre, contudo, encerrou em queda de 27,9%.

Serviços
Nesta quarta-feira, também foram apresentados os indicadores relativos ao Índice de Gerentes de Compras (PMI), que revelaram o crescimento mais forte do setor de serviços brasileiro nos últimos 20 meses. O PMI, compilado pela S&P Global, subiu para 54,8 em março, saindo de 54,6 em fevereiro. Este é o melhor desempenho trimestral contabilizado desde os três meses até junho de 2022. De acordo com as informações divulgadas, fatores como condições favoráveis da demanda e a entrada de novos negócios foram fundamentais para a obtenção do cenário positivo.
As empresas tiveram o segundo maior aumento das vendas desde outubro de 2022. A melhora das vendas e as projeções otimistas também levaram a um aumento na criação de empregos entre os fornecedores de serviços no país. Por outro lado, custos mais altos de mão de obra e de materiais elevaram a inflação de insumos no último mês, assim como contas mais caras de eletricidade e água. A taxa de inflação, por exemplo, foi a mais alta dos últimos cinco meses e mais de 23% dos participantes da pesquisa informaram aumentos nos gastos gerais. Menos de 1% comentaram sobre quedas nesse sentido.
Os fornecedores de serviços mantiveram-se otimistas quanto ao crescimento. 52% defendeu que haverá um aumento na produção ao longo dos próximos 12 meses. Somente 3% expressaram preocupações relativas à redução. Conforme as empresas, o aumento do emprego, os incentivos governamentais e as tendências positivas de demanda devem sustentar as perspectivas de crescimento da produção.

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