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Beach Tennis e Kitesurf tomam as praias de Fortaleza

quarta-feira, 13 de abril 2022

O Beach Tennis e o Kitesurf vem se tornando uma tendência ao redor do país, sendo popular principalmente em regiões com um clima praiano, como o estado do Ceará, que vem tendo um crescimento de praticantes de ambos esportes. Esse aumento fez a cidade de Fortaleza e suas vizinhas na região metropolitana, um dos principais espaços de prática para os dois desportos no país; sediando torneios importantes como o SuperKite, uma das etapas do circuito mundial de Kitesurf, além de atrair turistas do resto do Brasil para as praias cearenses.

Atualmente na capital, os dois desportos vem sendo praticados com bastante adesão, com lugares como a Praia Iracema servindo como ponto de exercício para o Beach Tennis, que acaba se sobressaindo também em diferentes clubes privados ao redor de Fortaleza. O Kitesurf por precisar de equipamentos mais complexos muitas vezes acabam se deslocando para a região metropolitana, tendo um destaque especial na área do Cumbuco.

Entre os diferentes locais na capital do qual se pode praticar o Beach Tennis, um deles é o estabelecimento Santa Praia, que se localiza na Praia do Futuro. O espaço é considerado um dos pioneiros do esporte na cidade de Fortaleza, contando com muitos visitantes. De acordo com Kauê Espanhol, gerente do lugar, o projeto se iniciou a oito anos atrás, com a inauguração de um restaurante à beira da praia juntamente com a prática desse esporte. “Eu praticava Tênis e o professor observou que eu tinha uma facilidade, e como sempre gostei de esportes de praia, ele me disse que iria gostar do Beach Tennis; então em 2012, conheci esse esporte na Praia do Futuro, onde já tinha um pequeno número de praticantes. Comecei a praticar, participando de campeonatos ao redor do Brasil e de um deles retornei com uma ideia de fazer um projeto com um restaurante à beira da praia que iria contar com um entretenimento esportivo de Beach Tennis. Em 2014 esse projeto se iniciou, com a inauguração acontecendo em dezembro do mesmo ano. Ela foi a primeira empresa a dar visibilidade a esse esporte que já existia, mas que durante muitos anos ficou isolado e fechado com poucos praticantes. Para a Santa Praia ter esse diferencial é importante, pois em toda a orla da Praia do Futuro, você não vê um outro espaço com esse tipo de entretenimento”, ressaltou Kauê.

Além disso, o gerente comentou que o atual crescimento do esporte é positivo, pois poderá trazer mais clientes ao seu projeto. “Eu acho esse crescimento muito positivo, quanto mais locais divulgam esse esporte, um maior número de atletas vão praticar e clientes eu irei ter, pela a razão que as pessoas começar a pesquisar os lugares que se pratica, então a partir do momento que ela começa associar que existe uma estrutura como a da Santa Praia, é onde eu consigo ter um retorno de mais indivíduos frequentando o espaço”, revelou Kauê Espanhol.

Praticantes
A retomada de diversas atividades ao ar livre depois de um longo período de quarentena decorrente da atual pandemia de covid-19, fez muitos indivíduos usarem os dois esportes como forma de lazer e bem estar com seu corpo. Um deles foi o fisioterapeuta, Roberto Monteiro, que começou a praticar Beach Tennis com alguns colegas no período pós-pandemia, comentando como a prática fácil do esporte traz uma socialização e integração importante. “O primeiro contato com o Beach Tennis aconteceu naquele momento pós-pandemia, quando tínhamos aquela aflição de praticar atividades físicas em ambientes fechados; com isso, alguns colegas se juntaram para praticar o esporte. Apesar de ser fisioterapeuta e conhecer um pouco da biomecânica, eu não tinha praticado, e então foi nesse momento que comecei de forma bem inicial; o Beach Tennis é um esporte bem democratico, é fácil naquele primeiro contato, gerando uma atividade ao livre, trazendo liberdade, bem estar e socialização, tendo uma integração mágica”, comentou Roberto Monteiro.

Outro que compartilha da mesma opinião é o professor de Beach Tennis, Joelson Ferreira, que explicou a sua trajetória no esporte e de como o desporto traz melhoria de vida para aqueles que a realizam. “Eu já era profissional de educação física, tinha acabado de me graduar, um amigo me convidou para conhecer e começar a dar aula, com isso acabei me apaixonado e me aperfeiçoando nesse esporte. Já faz um ano que estou envolvido nas aulas. Todos os praticantes conseguem ter uma melhora de qualidade de vida, derivado muito do prazer e facilidade, contendo fundamentos básicos e fáceis de aprender”, realçou Joelson Ferreira.

Quem tem uma história parecida é o professor de Kitesurf e personal, Alexandre Gondim, que ressalta o impacto positivo trazido pelo esporte em sua vida, citando o seu início na questão e os aspectos mais físicos do tópico. “Eu sempre gostei de esportes aquáticos e despertei para o kitesurf quando vi pela a primeira vez na Praia do Futuro em 2003; dois anos depois comecei a praticar na cidade de Flecheiras, pois não tinha escola para esse desporto aqui em Fortaleza. De primeira, eu amei essa prática, onde fiz uma boa amizade com o meu professor, conseguindo logo depois trabalhar com ele ensinando essa atividade. Depois que comecei a praticar Kitesurf, consegui manter o meu peso e tenho uma resistência à frente de muitas pessoas com menos idade do que eu. Hoje, com a doença, muitos indivíduos começaram a se preocupar também com as suas saúdes, e eu sempre mando aos meus alunos fazer musculação, para ganhar força na hora da prática”, relatou Alexandre Gondim.

Por Welisson Castro,

POR WELISSON CASTRO,
SOB SUPERVISÃO DOS
EDITORES DE ESPORTES

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