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Crise de 2018 na segurança pública do Rio ocorreu quando Roberto Sá era secretário

segunda-feira, 27 de maio 2024

Novo secretário do Ceará, Roberto Sá chega ao governo Elmano com a missão de apagar incêndio. Titular da pasta, contudo, esteve no epicentro da crise que levou o Rio à intervenção federal

Roberto Sá substitui Samuel Elânio, que estava na gestão Elmano desde o começo do governo / Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Kelly Hekally

O novo secretário de Segurança Pública do Ceará, Roberto Sá, chega ao governo de Elmano de Freitas (PT) com a missão de apagar um incêndio político causado por seu antecessor. O novo titular da pasta, contudo, esteve no epicentro da crise que levou o Rio de Janeiro, em 2018, a uma intervenção federal na área. Roberto Sá era secretário de Segurança do Rio, posto que ocupou de outubro de 2016 a fevereiro de 2018.

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O gestor, que diz não ter sido consultado sobre a intervenção, apresentou sua exoneração a Luiz Fernando Pezão (MDB), governador no período. Michel Temer (MDB) era o presidente da República. Um mês antes de deixar o controle da pasta fluminense, Roberto Sá deu declarações na tentativa de reduzir seu desgaste enquanto gestor, mas admitiu o cenário desolador pelo qual passava o estado.

“[Estamos] Numa situação complexa, enfrentando uma realidade de que a cada abordagem de carros suspeitos e apreensão de armas, tropeça-se em um fuzil, isso tem que gerar uma reflexão. Foram 499 fuzis apreendidos somente no ano passado”.

“Hoje de manhã tivemos uma reunião em que o governador nos comunicou [sobre a intervenção]. Naquele momento, deixei o cargo à disposição do governador para que essa pessoa [interventor] tenha toda a liberdade de escolher aquela que ele realmente queira designar”, disse Sá em entrevista ao RJTV, da TV Globo. Na mesma ocasião, o ex-secretário declarou também que assumiu em “um cenário antagônico”, mas que foi um “bom soldado”.

Roberto Sá ocupou ainda o posto de titular da segurança pública no Espírito Santo, onde ficou por um ano e três meses.

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