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Mulher é presa em Aquiraz suspeita de fazer parte da rede de apoio aos fugitivos do presídio de Mossoró

segunda-feira, 29 de abril 2024

Raíssa Forte de Brito, 21 anos, foi identificada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Ceará (Ficco) como uma das principais suspeitas por fazer parte da rede de apoio que era composta por membros de uma facção criminosa a ajudar na fuga dos detentos da penitenciária federal. Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos, e Deibson Cabral Nascimento, 33 anos, fugiram do presídio no dia 14 de fevereiro. Eles foram recapturados no dia 4 de abril, em Marabá, no Pará, após 50 dias de buscas.
Raissa chegou a ser presa pela Polícia Federal no dia 21 de fevereiro durante as investigações sobre a fuga. Ela havia sido encontrada na casa de um dos integrantes apontado como chefe de facção criminosa e estava na posse de 24 quilos de maconha, uma pistola e diversas munições. Na época, a mulher havia sido encaminhada para o 4º Núcleo Regional de Custódia e Inquéritos, em Caucaia, sendo solta pelo juiz, que aplicou medidas cautelares.
A Promotoria de Justiça auxiliar do 4º Núcleo de Custódias e Inquéritos de Caucaia ingressou com recurso junto ao Tribunal de Justiça do Ceará. O órgão reverteu a decisão anterior que havia concedido liberdade provisória e decretou a prisão preventiva da investigada.

14 pessoas
A polícia já prendeu ao menos 14 pessoas desde o início da investigação sobre a fuga de dois detentos da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Nove delas continuam atrás das grades. A Polícia Federal no Rio Grande do Norte conduz um inquérito sobre o caso, incluindo um procedimento de interceptação telemática dos suspeitos. No ato da recaptura dos dois detentos, outras quatro pessoas foram presas em flagrante pela PF no Pará: Eliezer Bruno Pacheco dos Santos, Italo Santos Sena, Juarez Pereira Feitosa e Jefferson Augusto Magno Favacho. Todos permanecem no sistema prisional do Pará.
Na última semana, a Polícia Civil do Pará também prendeu Eduardo Alcântara da Silva e Manasses da Silva, suspeitos de auxiliarem na fuga dos criminosos, que saíram do Ceará em uma embarcação e chegaram ao Pará no dia 24 de março.
Eduardo, segundo as investigações, tinha papel destaque no Comando Vermelho, atuando como responsável pela distribuição de drogas em grande escala.

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