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quinta-feira, 2 de dezembro de 2021.
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Servidores dos postos de saúde param hoje pelo 2º dia consecutivo

Servidores dos postos de saúde de Fortaleza estão com atividades parcialmente paralisadas desde ontem (18). A razão central é à insegurança que a categoria vem sofrendo em seus locais de trabalho. As paralisações nos dias 18 e 19 foram aprovadas em assembleia ocorrida na última quinta-feira (13) na sede do Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort). Além do Sindifort, a mobilização tem sido unificada junto ao Sindicato dos Médicos do Ceará, ao Sindicato dos Odontologistas do Estado do Ceará (Sindiodonto) e ao Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Ceará (Senece). Também Participam a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora e a CSP-Conlutas.

Divulgação

Neste momento os servidores realizam ato de protesto na Secretaria de Saúde do Município (SMS). Ontem houve protesto na Câmara de Vereadores

As categorias que trabalham na área da Atenção Primária à Saúde reivindicam que a Prefeitura Municipal de Fortaleza (PMF) tome atitudes efetivas para que os servidores, os equipamentos e o público que busca atendimento não fiquem vulneráveis aos constantes atos de violência tais como furtos, assaltos e ameaças que vêm ocorrendo nos postos da capital.

A pauta já vem sendo apresentada desde o ano passado e, ao longo de 2018, servidores de diversos postos já realizaram paralisações reivindicando garantias de segurança para viver e trabalhar.

Conforme levantamento do Sindifort, além dos servidores da área da saúde, outras categorias do serviço público municipal tais como educadores, agentes de trânsito e guardas municipais têm sofrido violência durante seu horário de trabalho. A última proposta da Prefeitura foi apresentada em reunião na Secretaria Municipal de Saúde na segunda-feira (10), sendo sugerido o uso das torres de vigilância para melhorar a segurança nos postos.

Para Nascelia Silva, presidente do Sindifort, a proposta não garante a solução do problema. “As torres inauguradas no Jangurussu e nas Goiabeiras também têm sofrido com a violência. Câmeras já foram furtadas e o equipamento já foi alvo de disparos, além de outros problemas”, adverte. A presidente do Sindifort salienta a necessidade da PMF disponibilizar guardas municipais ou outro tipo de segurança para fazer a proteção nos postos de saúde.

As unidades de Atenção Primária à Saúde vão paralisar parcialmente as atividades, mantendo um percentual de no mínimo 30% do efetivo para atendimento inadiável, em respeito à população e à legislação vigente. Os postos paralisam durante a manhã e tarde e os servidores estarão concentrados nos dois atos a partir das 9h da manhã.

Como a Prefeitura de Fortaleza tem tentado descaracterizar o movimento de parte dos servidores, alegando motivações político-partidárias, as entidades que promovem os ato decidiram que durante os mesmos não haverá espaço para a fala de candidatos e nem de políticos.

Mais informações:

Nascelia Silva, presidente do Sindifort – (85) 9 9944-0906

Anderson Ribeiro, diretor de Mobilização do Sindifort – (85) 9 8969-1294

Haroldo Barbosa ou David Medina, assessoria de comunicação do Sindifort – (85) 3211-3712 ou (85) 3211-3714

Serviço:

Paralisação dos servidores da Atenção Básica à Saúde

Dia 18/09 – paralisação com ato na Câmara Municipal a partir das 9h

Dia 19/09 – paralisação com ato na Secretaria Municipal de Saúde (SMS) a partir das 9h

 

atualizado por Daniel Negreiros
negreiros@oestadoce.com.br
Fonte: Ass. de Imprensa

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