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quarta-feira, 1 de dezembro de 2021.
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Trabalhadores entram em greve

Os garis e demais empregados públicos da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização (Emlurb) de Fortaleza decidiram paralisar as atividades hoje. Após assembleia geral da categoria, realizada na semana passada, na sede do órgão, no Benfica, foi decretada greve por tempo indeterminado. Os trabalhadores estavam em estado de greve desde a semana passada. O movimento está sendo organizado pelo Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort) e pelo Sindicato dos Servidores da Emlurb (Sindilurb).

Entre as motivações para a greve, segundo os sindicatos, estão o esvaziamento da empresa, inclusive com possibilidade de extinção do órgão, as péssimas condições de trabalho dos garis e reajuste salarial, além das demais reivindicações da campanha salarial 2014.

Segundo os sindicatos, a última vez que a Emlurb contratou empregados de carreira foi em 1992, havendo, desde então, carência de concurso público. Os trabalhadores cobram também melhores condições de trabalho e reivindicam distribuição de fardamento adequado, melhor estrutura e reforma nas sedes das Zonas Geradoras de Lixo (ZGL’s).

Outra questão abordada na pauta de reivindicações da categoria é a reforma da sede e subsedes da Emlurb. De acordo com os trabalhadores, a estrutura dos locais está danificada.

Na última segunda-feira, 21, um galpão usado para manutenção de equipamentos e veículos, localizado na sede da Emlurb, desabou. De acordo com o Sindifort, não havia funcionários no momento do acidente.

Denúncias

A categoria denuncia, ainda, que muitos garis são transportados sobre caçambas e junto com o lixo recolhido durante o trabalho. Devido à natureza da atividade que prestam, os garis têm direito a distribuição diária de leite, mas segundo os sindicatos, a Prefeitura não vem fazendo esta distribuição.

Além desse pontos, a categoria cobra ainda reajuste salarial de acordo com a inflação de Fortaleza (6,38%), alteração da jornada de trabalho de seis para oito horas diárias, com o acréscimo proporcional de 33% no salário-base, no auxílio-refeição e nas demais vantagens e disponibilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s). A programação da greve inicia com uma assembleia hoje, às 8h, na sede da empresa, para avaliar e encaminhar a paralisação.

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