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Informe publicitário

DaVita Tratamento Renal estabelece padrão internacional de cuidado a mais de 15 mil pacientes no Brasil.

quarta-feira, 22 de setembro 2021

Desde sua primeira aquisição há cinco anos, a empresa firma sua presença clínica e liderança nacional no setor, com presença atual em 12 estados além do Distrito Federal, atingindo a importante marca de 15 mil pacientes assistidos, atendimento a mais de 350 hospitais, totalizando 86 operações no país.

A DaVita Tratamento Renal, rede líder em serviços nefrológicos no Brasil atingiu em setembro deste ano a marca de 86 operações no país. Somente em 2021, a empresa adquiriu 11 operações até o momento, reforçando sua liderança, cobertura e cuidado em padrão internacional ao paciente renal crônico em praticamente todas as principais regiões do país.


Com base em sua vasta experiência cuidando de mais de 260 mil pacientes em 11 países, a DaVita Tratamento Renal tem implementado protocolos e padrões de cuidado que vêm mudando de forma significativa a experiência do paciente renal crônico, através de resultados clínicos expressivos para seus pacientes. Após os 12 primeiros meses de aquisição, a empresa tem demonstrado altos níveis de adequação do controle do peso corporal, da dose semanal de diálise e de anemia, muito relevantes para reduzir a taxa de hospitalização e mortalidade no longo prazo, bem como em outros indicadores e resultados clínicos importantes que hoje apresentam médias acima das apresentadas pelo setor. Essas melhorias tem como resultado o impacto positivo na taxa de mortalidade dos pacientes, que em 2019 já se mostrou 15% menor do que a média das clínicas de hemodiálise no Brasil. Essa diferença se manteve em 2020, mesmo com os impactos causados pela Covid-19.
Para atingir esse objetivo, as clínicas contam com times que incluem médicos nefrologistas e enfermagem especializada, além de nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e até educadores físicos.


“O nosso plano de expansão e integração do cuidado ao paciente busca rapidamente reforçar o padrão e a qualidade de acesso à saúde renal no Brasil, atendendo à demanda relevante de pacientes em filas de espera, bem como nos hospitais onde estamos presentes. Sempre avaliamos com muito cuidado o real contexto de uma clínica antes de sua eventual aquisição e, dessa forma, nos antecipamos através de diversas ações específicas que culminam em um processo de integração bastante estruturado. O objetivo principal é rapidamente prover melhoria no padrão de cuidado e vida de nossos pacientes”, afirma Bruno Haddad, Presidente da DaVita Tratamento Renal. Além da atual presença nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, de Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul, de Goiás, da Bahia, de Pernambuco, do Ceará, da Paraíba, do Paraná, do Rio Grande do Norte, e também no Distrito Federal, a DaVita Tratamento Renal também presta atendimento intra-hospitalar a 361 hospitais em todo o país. As 11 operações adquiridas somente neste ano reforçaram a posição do grupo nos estados de Goiás, do Paraná, de Pernambuco, do Rio de Janeiro e de São Paulo. O fortalecimento dos investimentos nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, bem como o posicionamento futuro em novas capitais do Sul e do Norte do país, é parte da estratégia e do foco de crescimento do Grupo.


Com mais de 5 mil funcionários e 800 médicos parceiros, a DaVita hoje realiza mais de 2 milhões de tratamentos, 300 mil procedimentos de diálise intra-hospitalar, além da implementação de milhares de acessos vasculares que são a base para a melhoria profunda de qualidade de vida de seu paciente.


Um desafio crítico enfrentado pelos prestadores de cuidados renais no Brasil é a falta de ajuste da tabela do SUS desde 2017. O reembolso público de tratamentos não acompanhou o custo crescente do atendimento, que, influenciado pela inflação e pandemia da Covid-19, exerceu enorme pressão sobre os provedores, gerando alto risco de continuidade no atendimento. Os prestadores de cuidados renais precisam que o reajuste na tabela do SUS ocorra com urgência, em linha com os acréscimos substanciais de custos e inflação incorridos.

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