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Mundo

Grupo islâmico dispara foguetes e Israel revida

terça-feira, 11 de maio 2021

Após novos conflitos entre manifestantes palestinos e forças de segurança israelenses perto da mesquita de Al-Aqsa -terceiro lugar mais sagrado para o islamismo- simultâneos às comemorações do Dia de Jerusalém, em que os judeus celebram a reunificação do país, o Hamas deu um ultimato a Israel exigindo que o Estado retirasse seus militares dos dois principais pontos de conflito. O grupo islâmico, que controla a Faixa de Gaza e é considerado uma organização terrorista por Israel, Estados Unidos e União Europeia, tem expressado apoio aos palestinos em Jerusalém e deu, nesta segunda, um prazo que se encerrou ao meio-dia (horário de Brasília) para que as forças israelenses recuassem de suas posições na Esplanada das Mesquitas e no bairro Sheik Jarrah, palco de ações judiciais para despejos de famílias palestinas.


Minutos após o fim do prazo, foguetes foram disparados de Gaza em direção a Israel. As Forças Armadas contabilizaram ao menos sete foguetes, dos quais um foi interceptado pelo sistema de defesa antimíssil e seis caíram em áreas abertas. Não há relatos de feridos, mas as autoridades ordenaram uma evacuação temporária de algumas regiões da Cidade Antiga, do Muro das Lamentações e de prédios oficiais como o do Knesset, o Parlamento israelense. O porta-voz das Forças Armadas de Israel, Hidai Zilberman, confirmou que o Exército retaliou com um ataque aéreo contra alvos do Hamas, o que teria provocado a morte de três militantes. Já o Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, que é controlado pelo grupo islâmico, afirmou que ao menos 20 palestinos morreram em decorrência do bombardeio nesta segunda, incluindo 9 crianças.

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