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Opinião

Como precisamos de paz!

quinta-feira, 20 de janeiro 2022

Infelizmente, o mundo é repleto de conflitos, de violências, ameaças e problemas os mais diversos. A mídia, diariamente, deita e rola sobre as ocorrências negativas. A pandemia, por suas repetidas cepas e variantes, teima em não concluir seu ciclo letal, mas tem sido o tema preferido. Diante dessa gama de acontecimentos funestos, impõe-se que todos roguemos a Deus em busca da PAZ de que todos precisamos, e como precisamos!

A Paz tem seu significado associado às ideias de harmonia, concórdia, tranquilidade e calma. Ela representa o silêncio, o descanso e o sossego. É a relação tranquila entre as pessoas, é a amizade, a ausência de problemas; a ausência de violência; o entendimento mútuo entre os seres. Na política, seria a ausência de guerras. Na psicologia, a calma interior.

Num sentido mais amplo, a Paz significa a realização da Justiça, a garantia de que as pessoas possam ter direito a uma existência digna, fruindo alimentação, vestimenta, moradia, educação, saúde, compreensão e, sobretudo, amor, enfim, uma boa qualidade de vida.

Ademais, para que sejam completos os atributos intrínsecos à realização de um bem tão necessário e caro ao ser humano, a Paz deve seguir acompanhada da Fé em DEUS, essencial ao bem-estar espiritual da família e da sociedade.
Para melhor evidenciar a relevância do tema, trago à colação os poemas de Vinicius de Moraes, Mário Quintana e de um autor desconhecido, num entrelaçamento entre a PAZ o AMOR e a ESPERANÇA, vejamos :
De Vinícius, o poema “Amor em paz”: “Eu amei/ Eu amei, ai de mim, muito mais/ Do que devia amar/ E chorei/ Ao sentir que iria sofrer/ E me desesperar// Foi então/ Que de minha infinita tristeza/ Aconteceu você/ Encontrei você a razão de viver/ E de amar em PAZ/ E de não sofrer mais/ Nunca mais/ Porque o amor é a coisa mais triste/ Quando se desfaz.”

Por seu turno, Mário Quintana, com seu lindo poema “Bilhete”, assim expressa a forma amena, sem pressa, da PAZ: “Se tu me amas, amas me baixinho/ Não o grites de cima dos telhados/ Deixa em paz os passarinhos/ Deixa em paz a mim!/ Se me queres, enfim,/ tem de ser bem devagarinho, Amada,/ que a vida é breve, e o amor mais breve ainda.

De um autor desconhecido, eis uma PRECE de PAZ, ESPERANÇA E AMOR: “Que eu possa lembrar dos que vivem em guerra, e fazer por eles uma prece de PAZ./ Que eu possa lembrar dos que odeiam, e fazer por eles uma prece de amor./ Que eu possa perdoar todos que me magoaram, e fazer por eles uma prece de perdão./ Que eu lembre dos desesperados, e faça por eles uma prece de esperança./ Que eu esqueça as tristezas do ano que terminou, e faça uma prece de alegria./ Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor, e faça por ele uma prece de fé./ Obrigado Senhor por ter alimento, quando tantas pessoas passam fome./ Por ter saúde, quando tantos sofrem nesse momento./ Por ter um lar, quando tantos dormem nas ruas./ Por ser feliz, quando tantos choram na solidão./ Por ter amor, quando tantos vivem no ódio./ Pela minha PAZ, quando tantos vivem no horror da guerra.”
Concluo, elevando meu espírito a DEUS a rogar, humildemente, por tranquilidade, sossego e PAZ para toda humanidade.

JOSÉ (NILTON) G. MONTEIRO
ADVOGADO

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