32 C°

.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

aniversario
aniversario

Opinião

Liberdade – o Brasil que queremos (Parte I)

sexta-feira, 29 de março 2024

“O crime
organizado virou
indústria
multinacional e está
presente no futebol
e na política.”
Autor: Presidente Lula

O autor desse pensamento fala de cátedra, e a julgar pelas informações da mídia, a coisa só piorou desde o retorno de Lula ao poder, há mais de um ano… Nós, que gostamos de escrever, o fazemos por amor à pátria. E ao seu povo, sem discriminação de raça e de cor.
Dias atrás, um articulista do jornal “Folha de S. Paulo” publicou um artigo magistral, onde afirma que que o Brasil está à deriva. Veja um pequeno trecho do que escreveu o jornalista Luiz Felipe Condé: “Nas ruas, todas as gentes seguem esmagadas pelas patas do poder público. Convenhamos que é mais fácil perseguir o cidadão comum do que enfrentar o narcotráfico”. (…) “O Estado brasileiro faliu administrativamente e moralmente. A sociedade brasileira é um paciente terminal. O crime organizado paulatinamente toma conta de tudo” (…) “Não há mais salvação na “luta” contra as drogas. O estado perdeu a batalha. Todo mundo sabe disso, o resto é para inglês ver(…) O Estado brasileiro é de uma inutilidade quase absoluta”…
Para não pensar que estamos inventando, estamos dando uma grande contribuição à nação. A que ponto chegamos. Recentemente o presidente Lula disse a seguinte frase: “estou orgulhoso de ter indicado um comunista para o Supremo Tribunal Federal”. Disse tudo para provar que uma de suas metas era transformar o Brasil em uma Venezuela.
Palavras duras, mas verdadeiras.
Vou começar pelos municípios, onde vivi, tão bem cantado pelo nosso querido e inesquecível Ataúfo Alves “Nos meus tempos de criança” em que a gente era feliz e não sabia. Aconteceu uma regressão criminosa de nossos tempos aos tempos de hoje. Os prefeitos e vereadores antigamente eram escolhidos entre os melhores valores para assumir essas funções públicas. A atividade política era exercida com ética e idealismo por homens preparados e bem-intencionados. Desde a minha infância até a mocidade esse processo era uma norma. Com o passar dos tempos as coisas tomaram outro rumo que nos dias atuais tornou-se regra. Naquele tempo as famílias dos políticos eram respeitadas, principalmente porque não fazia parte das administrações.
Nos dias atuais vemos uma completa inversão daqueles valores de antigamente. Os mandatos políticos, antes referendados pelo voto livre, “sem compra de votos”, eram ocupados por homens públicos, dotados de sadia oratória e posturas dignas. Atualmente dominam o dinheiro, conchavos, mandatos comprados, como se fossem mercadorias. Por essa razão, quando os políticos chegam aos mais altos cargos, não prestam satisfação a ninguém.

HUMBERTO MENDONÇA
EMPRESÁRIO

hoje

Mais lidas

WP Twitter Auto Publish Powered By : XYZScripts.com