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Opinião

Mata-se o povo, mas garante-se o lucro… e as medalhas

quinta-feira, 23 de maio 2024

Segundo o IPASE-UBJ, a classe dominante brasileira gastou 25 toneladas de ouro, prata, bronze e pedras preciosas na confecção de medalhas de honra ao mérito industrial, comercial, agropecuário, jornalístico, literário, jurídico, da Marinha, do Exército, da Aeronáutica, da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, das Câmaras Municipais, dos governos estaduais… ufa!… dos ministérios de Brasília etc. Um parêntese: metade das 25 toneladas do referidos metais foi gasta exclusivamente [em frivolidades] aqui mesmo no nosso Ceará velho de guerra. Tem empresário aqui em Fortaleza que comprou uma ‘cobertura chique’ só para as medalhas guardar… inclusive ele foi apelidado pelos amigos de Zé das Medalhas da Zona Norte, com o título de Visconde do Litoral, dos Sertões e das Serras, o patrono da metalurgia encomiasta e ignóbil da terra de Alencar.
Agora o assunto é impunidade, outra especialidade da perversa elite brasileira e da ECN [Esquerda Conciliadora Nacional]: Segundo matéria publicada neste jornal O Estado [14.05], o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, pôs um freio nos últimos meses na rigidez de decisões que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados. O movimento, segundo pessoas com interlocução com o Supremo, reduz o risco de ampliação dos atritos do STF com o Congresso Nacional e também dos ataques de apoiadores de Bolsonaro contra o Judiciário.
Diminui também a possibilidade de que a opinião pública passe a enxergar o ex-presidente como vítima de perseguição pelo STF. A adoção de maior cautela sobre esses casos partiu não apenas do próprio Moraes, mas também de outras autoridades com atuação em Tribunais Superiores que são próximas ao magistrado, como o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Floriano de Azevedo Marques, e o PGR, Paulo Gonet.
Depois dessa operação [TEMPUS VERITATIS], etapa da investigação sobre a tentativa de um golpe de Estado após a derrota de Bolsonaro para Lula (PT) em 2022, não houve medidas mais drásticas contra o ex-presidente.
Assim é muito bom: a mesma classe dominante bolsonarista, canalha, corrupta e despreparada, que tentou um golpe contra a democracia, é a mesma classe dominante que financia gente da esquerda encarregada de passar uma borracha em tudo!
Como escreveu Andréia Roseno [Afoxé Bandarerê] militante da RMN-MG: “A ignorância do povo é o projeto político da elite brasileira”.
PS: Always moving forward!
PS: Long live democracy!

FERNANDO MAGALHÃES
ASS. TÉC. DA ALECE

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