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quarta-feira, 1 de dezembro de 2021.
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Opinião

Medidas aconselháveis aos portadores de morbidade

Durante o período em que as pessoas contraem qualquer doença, tendo inclusive que se submeterem a cirurgias advém, consequentemente, o confinamento, com a perda da rotina habitual e a redução do contato social e físico com familiares e amigos, acarretando o tédio, bem como uma sensação de isolamento do mundo. Exsurge, ademais, um sentimento de angústia, com crises de humor e raiva, eventualmente com momentos de agressividade.
Nesses casos, o estresse também se manifesta por questões relacionadas às finanças. É que a perda financeira pode tornar-se um problema significativo durante o tempo de duração e recuperação das morbidades, resultante das despesas com médicos, hospital, medicamentos, dentre outras, gerando grave sofrimento socioeconômico e psicológico ao paciente.

O problema toma maior dimensão nos casos de profissionais autônomos, cuja renda – de regra – encontra-se exclusivamente atrelada ao exercício do seu labor, notadamente quando se veem obrigados a interromper suas atividades sem planejamento prévio.

Nesse contexto, muitos passam a depender exclusivamente da ajuda de familiares para prover financeiramente durante o período de inatividade. Tal situação, muitas das vezes, é difícil de ser aceita, podendo haver conflitos agravados pelas condições de saúde física e emocional do paciente.
Diante dessa situação, seria aconselhável a adoção das seguintes medidas com vistas a aplacar a ansiedade do portador de morbidades:

  • Garantir-lhe o máximo de informação possível acerca da sua condição de saúde, tempo de tratamento, chances de recuperação e riscos inerentes à sua enfermidade;
  • Fornecer os suprimentos básicos adequados, inclusive medicamentos;
  • Constituir reservas financeiras que possam fazer frente a eventuais despesas extraordinárias de tratamento e acompanhamento da evolução do portador de comorbidades;
    Criar estratégias visando reduzir o tédio e melhorar a comunicação com parentes e amigos, evitando o estresse e a angústia.
    Por fim, é essencial orientar os indigitados a elevarem seus espíritos à DEUS, rogando por saúde, paz, tranquilidade e paciência, de modo a se condicionar, com fé, para o enfrentamento das agruras decorrentes do seu tratamento.

JOSÉ (NILTON) G. MONTEIRO
ADVOGADO

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