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terça-feira, 30 de novembro de 2021.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

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Opinião

Na imprensa escrita e na hora do pobre

Ao longo de minha vivência no meio jornalístico, quer na tradicional Rádio Iracema, bem assim, em veículos da imprensa escrita, nesse âmbito envolvendo A FORTALEZA, órgão dos Círculos Operários; O NORDESTE, que tinha o apoio da Arquidiocese, dirigida por Andrade Furtado, Luiz Sucupira e Audifax Mendes, dentre outros, tornei-me, em etapa consequente, colaborador de O ESTADO e DIÁRIO DO NORDESTE, nunca deixando de mencionar minha condição de jornalista profissional, devidamente sindicalizado, nessa posição, tendo dedicando-me, por quase dois anos, ao JORNAL DA MANHÃ, sob a orientação política de Olavo Oliveira e Alfeu Faria de Aboim, acumulando as funções de comentarista político e editor, na falta de Argeu Ramos, falecido precocemente, originário que era do Maranhão, trazido ao Ceará a convite de Raimundo Ivan Barroso Oliveira, herdeiro do saudoso senador Olavo, vinculado, na época, ao governador Adhemar de Barros, chefe nacional de sua legenda, que guardava compatibilidade com o ilustre filho de Granja, líder máximo de sua corrente em nosso Estado. Todas essas funções me conduziram ao imperativo de vincular-me ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Ceará, frequentando-o nas convocações compulsórias, notadamente a eleição de sua respectiva diretoria, muitas vezes, posicionando-me diante de dois grupos de colegas, que disputavam o comando sindical da categoria. Já em Brasília, escrevi no CORREIO BRAZILIENZE, espontaneamente, como Senador da República, quando aquele veículo, da Cadeia Associada de Assis Chateubriand, tinha em seu comando Paulo Cabral de Araújo, e na esfera nacional, Manoel Eduardo Pinheiro Campos – o nosso saudoso Manoelito –, intelectual brilhante, que pertenceu à ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS e à ACADEMIA CEARENSE DE RETÓRICA, dirigidas, respectivamente, pelos também saudosos Maurício Benevides e Neuzemar Gomes de Moraes, este último, jurista e orador dos mais requisitados. Hoje, me mantenho em aludidas instituições culturais, depois de haver publicado 80 LIVROS, mas especificamente na abordagem de temas políticos, com proposições de minha lavra, no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa. Enquanto estiver direcionado para prosseguir nesse intento, espero merecer a atenção de apreciável número de leitores, que acompanham minha trajetória como político, homem de imprensa e modesto intelectual. Que Deus me ajude a permanecer nessa faina.

MAURO BENEVIDES
JORNALISTA E SENADOR-CONSTITUINTE

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