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Opinião

O preço da liberdade é a eterna vigilância

sexta-feira, 26 de abril 2024

“Se todos quisermos, poderemos fazer deste
país uma grande nação. Vamos fazê-la”.
Joaquim José da Silva Xavier – “O Tiradentes”
O título deste artigo se reporta a uma conhecida frase (“O preço da liberdade é a eterna vigilância”) atribuída a Thomas Jefferson, um dos autores da Declaração de Independência dos Estados Unidos. Frase bastante repetida pelo grande homem público brasileiro, o Brigadeiro Eduardo Gomes. Gosto dela, não somente pelo seu uso no tempo da minha adolescência e juventude. Mas, sobretudo, porque o Brigadeiro Eduardo Gomes a considerava um verdadeiro mantra para todos que defendem as liberdades individuais como princípio básico de todos os seres humanos.
Do alto dos meus 84 anos de idade, acumulei experiências e serviços prestados à comunidade, pois tendo vivido com idealismo cívico e dentro da verdadeira cidadania. Sempre vivi, desde jovem, mantendo o respeito pelos meus saudosos pais e avós, exemplos de bons cristãos e modelares cidadãos. Recordo – com saudade – as escolas nas quais estudei. Nossos mestres eram uma espécie de nossos segundos pais para nós, seus alunos. Eu e meus colegas éramos ensinados a respeitar os mais velhos e as autoridades constituídas em lei. Crescemos cultuando essas lições de vida. A paz reinante em nosso tempo era fruto do respeito que o povo tinha para com seus governantes e políticos de um modo geral. Bons tempos aqueles! Hoje o país respira um clima de desordem, fruto do descrédito que domina a administração pública nos três poderes. Quem mais sofre é a sociedade. A criminalidade, advinda do crime organizado, tem tomado essa dimensão em função desses desajustes.
Atualmente, está tudo modificado. Recentemente, os institutos de pesquisas divulgaram que o atual Presidente da República, Lula da Silva, só tem aprovação de 33% da população brasileira. Ou seja, nos quesitos “regular e péssimo”, 67% os brasileiros desaprovam sua administração. Um desgaste imenso! E como reagiu a isso o Presidente da República? Anunciou que vai gastar 200 milhões de reais para divulgar “obras” feitas no seu governo e, assim, tentar reverter essa impopularidade. Somos governados dentro da ideologia do PT e de seus eternos aliados, bem como da minoria abrigada na Igreja Católica sob o rótulo de “Teologia da Libertação”. Esta, segundo o respeitado Papa Bento XVI, tornou-se “A maior “heresia na história da Igreja. Outros fortes aliados do governo de Lula: o “consórcio” da chamada “grande mídia” (felizmente desacreditada junto à opinião pública) e os invasores profissionais do MST, ocupantes de terras particulares., que dominam o cenário nos últimos dias com o “Abril Vermelho”.
Não esqueçamos o grupo dos “políticos fisiologistas”, apoiadores contumazes de qualquer governo que chega ao poder. Ademais, somos refém de parte das universidades públicas, com seu ensino e modus vivendi escandaloso e decadente. Semanas atrás, os jornais da televisão mostraram cenas de alunos despidos – literalmente – dentro de um campus universitário. Num ultrajante acinte à moralidade e aos bons costumes, desrespeitando as famílias e os jovens sérios que querem agir com responsabilidade e seriedade…
Pra onde está caminhando a pátria brasileira?

HUMBERTO MENDONÇA
EMPRESÁRIO

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