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Política

Lideranças do PL cobram respostas sobre mortes brutais de correligionários

segunda-feira, 13 de maio 2024

Políticos incluindo as principais lideranças do Partido Liberal (PL) no Ceará vem cobrando respostas sobre as mortes brutais que ocorreram recentemente de dois políticos da sigla. Foram dois assassinatos dentro do período de dois dias. Na terça-feira (7) passada o suplente de vereador Erasmo Morais foi morto a tiros de fuzil na frente de casa, no Crato. Na quinta-feira (9) o ex-secretário de Segurança Pública e Cidadania de Icó e suplente de deputado estadual, Geilson Lima, foi assassinado a tiros dentro de um frigorífico na cidade.

O presidente do PL Ceará, o deputado estadual Carmelo Neto, relatou ter pedido celeridade nas investigações dos casos ao secretário de Segurança Pública do Estado, Samuel Elânio. Além disso, ele se encontrou com o procurador-geral de justiça do Ceará, Haley de Carvalho Filho. Segundo Carmelo, Haley garantiu que acompanharia de perto esses casos. “Não podemos normalizar a barbárie. Não podemos aceitar a pistolagem, o caos nem o medo”, afirmou Carmelo em vídeo na sexta-feira (10).
O deputado federal André Fernandes também se pronunciou. Apesar de dizer não estar fazendo acusações, ele destacou que em ambos os casos os políticos mortos eram adversários dos prefeitos do PT.

“Não estou aqui para fazer nenhum tipo de acusação, mas ambas as vítimas avisaram, ambas eram políticos de oposição a prefeitos do PT”, disse em vídeo. “O povo cearense precisa que a investigação em ambos os casos aconteça de forma rápida e séria, sem politicagem. Qual foi o motivo desses assassinatos? Quem mandou matar o vereador Erasmo Morais? Quem mandou matar o sargento Geilson?”, completou.

Morais e Lima tinham um perfil parecido: eram pré-candidatos a vereador, faziam oposição às gestões municipais e tinham histórico como militares. Enquanto Lima era um sargento da Polícia Militar do Estado do Ceará (PMCE) afastado da função por questões de saúde, Morais era um ex-policial militar que havia sido expulso da corporação respondendo por crimes de extorsão e associação criminosa. Além disso, os dois tinham relatado ameaças dias antes de serem mortos.

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