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Colunista - Cláudio Humberto

Avaliação de Bolsonaro deve subir, diz especialista

quinta-feira, 13 de maio 2021

Investir em ciência e tecnologia é uma meta firme do Ministério
Marcelo Queiroga (Saúde), após pedir mais investimento também da iniciativa privada

Após o levantamento nacional divulgado há cinco dias pelo Paraná Pesquisas, indicando que Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto para presidente em todos os cenários, inclusive de segundo turno, as próximas pesquisas de avaliação devem apontar alta na aprovação do atual chefe de governo. É o que observa o especialista Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas, ao examinar recentes levantamentos.

Sinalização
Pesquisas recentes da XP e da Atlas, além do próprio Paraná, sinalizam claramente crescimento na avaliação de Bolsonaro em todo o País.

Auxílio eleitor
Hidalgo vê coincidência entre a melhoria de avaliação com o pagamento do auxílio emergencial, ainda que em valores menores que o anterior.

Fator vacinação
O avanço da vacinação também já produz resultados positivos para Jair Bolsonaro, que em 2020 cresceu muito após o auxílio de 600 reais.

Lógica incerta
“A lógica é (disputa) Bolsonaro x Lula, mas eleição nem sempre é lógica”, alerta Hidalgo. “Uma canetada do STF muda tudo. Vira outra eleição”.

Negócios à parte
Abril, auge dos “ataques” de Bolsonaro, estabeleceu recorde de US$10,2 bilhões exportados, quebrando o recorde de… março: US$ 8,4 bilhões.

Comida x vacina
Se a China garante vacinas, o Brasil põe comida na mesa dos chineses: soja, carne, aves e outros alimentos equivalem a 45% das exportações.

Outro exemplo
Emmanuel Macron não gosta de Bolsonaro, mas as exportações do Brasil para a França estão no maior patamar desde janeiro de 2018.

Guerra à covid
A queda nos números da covid no Brasil continua e, com resultados de ontem, a média de óbitos caiu abaixo de 2 mil. Segundo o Worldometer, a média diária está atualmente em 1.954, a menor desde 15 de março.
A CPI em seu labirinto
Senadores querem reconvocar o ministro da Saúde para dizer-lhe desaforos e insistir em questões de transcendental importância, como sua opinião sobre cloroquina, cujo uso ele já disse que não recomenda.

Leiam, senhores
Senadores da CPI e até o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Aécio Neves, têm revelado constrangedor desconhecimento da polêmica da “quebra de patentes” na OMC.

Beabá das patentes
Como 90% dos membros da OMC, o Brasil apoia a quebra temporária de patentes em tempos de pandemia. Isso está previsto em acordo. Os malas da Índia querem a proibição de patentes (vacinas é só uma delas) sem prazo, abrindo caminho para se apropriar de invenções alheias.

Explica aí
Ao garantir sua presença CPI por criticar o ex-ministro Eduardo Pazuello, o ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten terá de explicar por que não promoveu campanhas educativas sobre cuidados contra covid.

CPI da Cloroquina
O diretor-geral da Anvisa, Antonio Barra Torres, percebeu o caminho para se dar bem na CPI: criticar a cloroquina e confirmar a história – descartada – sobre alterar sua bula. Deu certo. Não precisou explicar claramente por que a agência barra vacina russa aplicada em 62 países.

Pedala em nome de Deus
O senador Angelo Coronel (PSD-BA) pediu ao impassível Barra Torres, “pelo amor de Deus”, que ajude a aprovar a vacina russa, em nome de tantos brasileiros cujas vidas poderiam ter sido salvas pelo imunizante.

Preços para o consumidor
O IPC semanal subiu 0,33% e acumula alta de 7,47% nos últimos 12 meses, segundo a FGV. O maior peso no resultado vem da alta da tarifa de eletricidade residencial, que pulou de -0,45% para 1,23%.

Pensando bem…
…a desaprovação de 65,3% do governador João Doria mostra que, afinal, tucano não é necessariamente um pássaro de voos altos.

Em campanha para presidente, no ano de 1950, o brigadeiro Eduardo Gomes (UDN) mandou avisar que sobrevoaria Maceió em voo rasante, a bordo do DC-3 que utilizada em suas viagens. Silvestre Péricles (PSD), governador populista-maluco de Alagoas, saiu à sacada do Palácio dos Martírios e iniciou uma série de bananas para o alto, em “saudação” ao adversário. A certa altura, avisado por um assessor que sua mãe o chamava, ele passou a tarefa ao funcionário: “Meu filho, fique aqui dando bananas enquanto vou ver o que ela quer.” Assim foi feito.

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