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Colunista - Cláudio Humberto

Câmara desmonta ‘fake’ do governo sobre Uruguai

quinta-feira, 09 de maio 2024

Dessa gente, só quero vaias
Deputado Kim Kataguiri (União-SP) após ser hostilizado pela pelegada petista

Coube à Comissão de Relações Exteriores da Câmara desmontar a alegação do governo Lula (PT) de que seria “fake news” sua recusa de ajuda do Uruguai nas enchentes. Um helicóptero Bell 212 da Força Aérea Uruguaia (FAU), com oito pessoas, entre pilotos, técnicos e socorristas, está desde domingo (5) em Santa Maria para o trabalho humanitário. Foi sob pressão de Lucas Redecker (RS), presidente da Comissão, que o governo aceitou a oferta argentina. Mas apenas parcialmente.

Silêncio como resposta
Javier Milei ofereceu 20 especialistas, avião, três helicópteros etc., mas o governo Lula só aceitou caixas de comprimidos purificadores de água.

Ignorância e indiferença
A recusa tem o conhecido ranço ideológico petista: tanto Lacalle Pau, presidente uruguaio, quanto o argentino Javier Milei, são “de direita”.

Diplomacia da grosseria
Na recusa, a embaixada alegou em nota “arrogante e soberba”, segundo deputados da Comissão, que “não usamos mais” o Hércules da FAU.

Possível recuo à vista
Ao presidente da Comissão, Lucas Redecker (PSDB-RS), os ministros da Defesa e Relações Exteriores admitiram “reconsiderar” a recusa.

A economia acabou
Até agora, calcula a CNM, os municípios somam prejuízo de R$742,3 milhões só na agricultura e pecuária. Indústria outros R$183,3 milhões.

Breve suspiro
A mobilização no Congresso é para que, no mínimo, suspenda a cobrança por 90 dias para que os municípios consigam se estruturar.

Uma ideia estúpida
A estupidez na insistência em manter a desoneração, definida e reiterada pelo Congresso, pune com impostos de 20% quem emprega pessoas.

Governar não é mentir
Outra falsa acusação de “fake news” do governo Lula tentou desqualificar flagrante de áudio e vídeo de repórteres do SBT e Record, mostrando caminhões multados por falta de “nota fiscal” dos donativos e por suposto “excesso de peso”. Dever de governo é apurar a denúncia e não mentir.
Dinheiro desviado
O senador Rogério Marinho (PL-RN) acionou o TCU para investigar a Itaipu Binacional pelos R$1,3 bilhão injetados no Pará, governado por um aliado de Lula. A suspeita é de desvio de finalidade.

Triscou na trave
Clima de dúvida pairava sobre a bancada do governo Lula no Senado no caso do DPVAT, cujo retorno acabou aprovado em votação apertada na quarta (8). Eram necessários 41 votos, exatamente o número obtido.

Governo impostor
O senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou que o DPVAT “é feito exclusivamente para sustentar a máquina do Estado, porque este é o governo impostor… aquele que só cria impostos”. De novo.

Visão clara
Enquanto quase toda a oposição a Lula (PT) apostava em novo adiamento da votação para ressuscitar o DPVAT, o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, previa: “acho que [será aprovado] sim”.
Pedala, ANTT
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), levou servidor da Defesa Civil e denunciou que o agente foi multado pela ANTT por “excesso de carga” no caminhão com doações para o Rio Grande do Sul.

Grave demais
O desespero e o pânico são maus conselheiros. Gaúchos que amam o verde-amarelo temem que se Brasília frustrar as expectativas de socorro, poderá ressuscitar o movimento separatista no Rio Grande do Sul.

Virou confusão
O grupo de trabalho eleitoral do PT se reuniu para discutir a situação nas cidades em que o partido não fala a mesma língua que os aliados e nem mesmo internamente. João Pessoa (PB) é uma delas.

Pergunta na semântica
Ressuscitar imposto conta para o que a oposição chama de “extorsão fiscal”?

O esforço do Brasil para o êxito da Eco-92 teve bastidores saborosos. Na ocasião, o americano George Bush não confirmava presença, o que colocada em risco a relevância do evento. O oceanógrafo francês Jacques Cousteau, que se fizera amigo do então presidente Fernando Collor, advertiu: “Fernando, olha, se o Bush não vier, isso aqui vai ser um desastre…” Collor concordou: “Ele tem de vir, comandante…” Cousteau teve uma ideia que paralisou os diplomatas: “Vamos lá, você e eu?” Collor topou e avisou o Itamaraty que viajaria a Washington e iria direto do aeroporto à Casa Branca. Ficariam plantados em pé, ele e Cousteau, até serem recebidos pelo presidente dos Estados Unidos. O chanceler Celso Lafer pediu ao presidente: “O sr. me dá 24 horas?” No dia seguinte, informado da apreensão brasileira, Bush confirmou presença.

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