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Colunista - Cláudio Humberto

Caso Consórcio Nordeste dormita no STF há 1 ano

quinta-feira, 21 de março 2024

Essa é de fazer corar até o mais petista!
Deputada Adriana Ventura (Novo-SP) após ser constatado que Lula mentiu, ao acusar Bolsonaro de dar sumiço a móveis

Na próxima semana completa um ano que o Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu o inquérito envolvendo escandalosa compra de 300 respiradores pelo Consórcio Nordeste ao custo de R$48 milhões. Desde então, nunca mais se teve notícia da falcatrua. A investigação envolve figuras conhecidas do PT, como o ministro da Casa Civil, Rui Costa, que à época dos fatos governava a Bahia e, como presidente do grupo, fez o pagamento milionário por aparelhos que nunca foram entregues.

Negócio da China
Criada dez meses antes da falcatrua, a empresa de produtos de maconha HempCare levou a bolada milionária do Consórcio Nordeste.

Já lá se vão 4 anos
O escândalo é ainda mais antigo do que sua permanência no gavetão no STF: a compra dos respiradores fantasmas é datada de abril de 2020.

Vistas grossas
O contrato passou longe da midiática CPI da Pandemia, tampouco teve no STF a celeridade de casos como os que envolvem cartão de vacina.

Na lista, só figurões
O caso tem digitais de Flávio Dino, à época governador do Maranhão, do ex-ministro petista Carlos Gabas e de um sobrinho de Eduardo Suplicy.

Plano velho
“Ficou claro que [Lula] não tem plano de governo”, observa o deputado capixaba. “A índole do PT é a cooptação”.

Bom senso, STF
Evair pediu o “bom senso” ao Supremo Tribunal Federal para promover a pacificação do País, acabando com o clima de ódio que só piora.

Muitos negativos
Outra preocupação do deputado são as decisões do STF que interferem em outros Poderes, geram insegurança jurídica e afasta investimentos.

Rejeição chega a 64%
Pesquisa Quaest mostra que a rejeição ao governo Lula cresceu também no mercado financeiro. A avaliação negativa disparou 12 pontos em quatro meses, passando de 52% (novembro) para 64% (março).

O inexplicável
É mesmo difícil explicar o inexplicável, certamente por isso foi tachado de “incompreensível” o depoimento de um representante da Polícia Federal no Senado sobre a prisão de um jornalista português que chegava a São Paulo para cobrir o ato gigante pró-Bolsonaro na Avenida Paulista.

Ataque ao carteiro
Ciro Gomes definiu como “tentativa de matar o carteiro para que a carta não seja lida” a campanha difamatória que sofre desde que denunciou a suspeita de falcatrua bilionária envolvendo bancos e o governo Lula.

Barraco aos 44
Terminou em confusão a sessão da Câmara sobre os 44 anos do Partido dos Trabalhadores. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) abriu uma faixa “parabenizando” o PT pelos “44 anos de corrupção”.

PSDB encolhe
O mirrado PSDB sofreu mais um baque e perdeu um parlamentar. Izalci (DF) confirmou que vai trocar o partido pelo PL. Com o movimento, os tucanos ficam só com um senador. Já a bancada liberal sobe para 13.

Medalha de Medeiros
O deputado José Medeiros (PL-MT) é o mais novo agraciado com a medalha “3 is”, conferida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A bem-humorada horaria reconhece quem é “imorrível, imbrochável e incomível”

Chuchu empoderado
Coube ao vice-presidente Geraldo Alckimin, conhecido na política paulista como picolé de chuchu, tamanha apatia, pedir “entusiasmo” ao ministro Rui Costa (Casa Civil) ao apresentar “os feitos” do governo.

Questão de percepção
Exaltada por petistas, a alta de 0,6% na atividade econômica de janeiro é “modesta”, diz a agência Bloomberg. A alta de 0,4% no PIB do penúltimo trimestre de Bolsonaro foi “decepção”, disse à época o mesmo veículo.

Megafone no STF
Após a “denúncia” de Lula sobre o sumiço de móveis do Alvorada ser mentirosa, o presidente será investigado no inquérito das fake news?

Reza a lenda que o “coronel” e vereador Nei Ferreira era candidato à reeleição, em Vitória da Conquista (BA), quando visitou um bairro da cidade: “Aqui eu quero 750 votos” – gritou do palanque. Um apoiador quis puxar saco: “Pois o sr. vai ter 1.500 votos, coronel.” Ferreira voltou a proclamar, ao microfone: “Eu sei que 1.500 eleitores já prometeram votar em mim neste bairro, mas como eleitor é um animal muito safado, eu aceito a metade!”

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