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Colunista - Cláudio Humberto

Comissão de mudança climática é só ‘lacração’

quarta-feira, 15 de maio 2024

Querem ganhar mais mamata em cima do povo brasileiro
Kim Kataguiri (União-SP) sobre armação para taxar redes sociais e streaming

D eputados e senadores correm para mostrar serviço instalando às pressas a Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas, que existe desde 2008. Só depois de oito dias das primeiras mortes no Sul do País é que os parlamentares se mexeram para ativar a comissão que, até agora, serviu apenas para eleger a deputada Socorro Neri (PP-AC) presidente, com os senadores Humberto Costa (PT-PE) na vice e Alessandro Vieira (MDB-SE) como relator. A segunda reunião da comissão será hoje (15).

Viagens midiáticas
O primeiro requerimento a ser votado na comissão é para viajar ao RS, posar para fotos e “entender de perto” as mudanças climáticas.

Noves fora, nada
Após três anos de total inatividade, em 2023 o colegiado voltou a ser instalado. Foram cinco reuniões sem qualquer decisão relevante.

Sem o que mostrar
O vazio da comissão fica evidente quando consultados os seus relatórios finais, tipo balanço anual de atividades. O mais recente é de 2019.

Têm mais o que fazer
A comissão quer retirar do trabalho e ouvir Eduardo Leite, governador, e Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre, ocupadíssimos com o dilúvio.

Rasgando a confissão
No acordo, a ex-Odebrecht também concordou em pagar multa bilionária por haver subornado autoridades do governo do PT e seus aliados.

Na cara dura
A ex-Odebrecht, que contratou a banca VMC para sua defesa, tenta se livrar das multas e renegocia o acordo com a CGU… chefiada por VMC.

Acabou em pizza
A “comissão de ética” não viu “evidências” de conflito de interesses na CGU de VMC renegociando acordo leniência com um cliente do VMC.

Doação humilhante
São injuriosos os 150 mil dólares oferecidos por Joe Biden de socorro às vítimas gaúchas, menos de três semanas depois de fechar pacote de R$487 bilhões para a Ucrânia. O governo brasileiro deveria reunir o que resta de dignidade e recusar a merreca, que não dá para quase nada.

Flagrante do conluio
Bombou ontem mundo afora o flagrante em vídeo da camaradagem de funcionários da ONU com terroristas armados do Hamas. Deveria envergonhar os que, como o diplomata Rubens Ricúpero em recente entrevista, diziam ser “falso” o conluio que demitiu 9 deles, meses atrás.

Outros tempos
Após a queda de 38% no lucro da Petrobras no primeiro trimestre, Rodolfo Nogueira (PL-MS) lembrou que, apesar da pandemia e da guerra na Ucrânia, no último ano de Bolsonaro a estatal lucrou R$188 bilhões.

Manipulação
Demitida após corrigir fake news em pesquisa divulgada na Globonews, Michele Prado, autora do estudo, botou a boca no trombone e acusou a primeira-dama Janja de comandar uma milícia digital.

Brasília pelo Sul
A primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, anunciou mais dois galpões e um ginásio que vão armazenar as doações dos brasilienses para o Rio Grande do Sul. A residência oficial também foi disponibilizada.

Nada mudou
Circula com petistas aquele Sayid Tenório, ex-assessor do governo Lula que zombou de mulher israelense estuprada por terroristas. Acompanhou o deputado João Daniel (PT-SE) à África do Sul para bajular o Hamas.

Parece piada
O deputado Joseildo Ramos (PT-BA) teve coragem de protocolar pedido para que a Comissão de Fiscalização e Controle ofereça café da manhã para “discussão de assuntos”. E tem preferência de dia: quarta-feira.

Homenagem
Proposta de Abílio Brunini (PL-MT) institui a Comenda Amália Barros para reconhecer pessoas e iniciativas pró-pessoas com deficiência. É homenagem à deputada morta domingo (12), baluarte da causa.

Pensando bem…
…como é próprio de milicianos, agora tem a “milícia digital do bem”.

Carlos Fehlberg chegava à redação do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde trabalhava, e encontrou o recado: deveria comparecer imediatamente ao QG do III Exército. Como sabia da forte repressão do regime militar, ele se escondeu, enquanto amigos sondavam os militares sobre o que pesava contra ele. Logo veio a informação: o comandante do III Exército, general Emílio Garrastazzu Médici, havia sido o escolhido dos militares para assumir a Presidência da República e o queria como assessor, em Brasília.

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