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Colunista - Cláudio Humberto

Eleitor de Boulos é branco, rico e mora nos Jardins

quarta-feira, 18 de novembro 2020

As reformas virão logo após as eleições
Deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do Governo, sobre as reformas administrativa e tributária

Amaioria dos eleitores do candidato Guilherme Boulos (Psol) reside em bairros de classe média alta, onde ele próprio viveu a maior parte de sua vida, ou bairros de elite como os Jardins, e, portanto, são brancos, ricos e têm escolaridade de nível superior, conforme mostram os mapas de votação de domingo (15). Isso foi reafirmado na primeira pesquisa para o segundo turno, divulgada ontem. O presidente do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, confirmou o perfil elitista do eleitorado de Boulos.

Liderança com folga
De acordo com o levantamento, Bruno Covas (PSDB) teria hoje 50,3% (ou 61,5% dos votos válidos) contra 31,5% (38,5% dos válidos).

Povão vota no tucano
A pesquisa mostrou também que o povão pretende votar em Covas: 55% dos eleitores analfabetos ou com ensino fundamental preferem o tucano.

Intelectual prefere Boulos
Covas também tem a maioria de eleitores com ensino superior completo, mas o percentual cai para 44,9%. Boulos soma 35%.

Pesquisa registrada
O levantamento do Paraná Pesquisas foi realizado nos dias 16 e 17 deste mês e registrado no TSE sob o n.º SP-09859/2020.

Sucessor complica
Entre os 65 prefeitos petistas reeleitos em 2016, no final do segundo mandato em 2020, apenas 21 conseguiram eleger um sucessor do PT.

Gaúchos anti-PT
No Rio Grande do Sul, o PT conseguiu conquistar 39 prefeituras em 2016. Este ano, apenas 8 dessas prefeituras elegeu um prefeito petista.

São Paulo segue
No estado de São Paulo, apenas o ex-ministro Edinho Silva conseguiu ser petista e reeleito prefeito de Araraquara. O PT perdeu 7 municípios.

Promessa é dívida
Já passou da hora de o governo fazer o que o presidente Bolsonaro prometeu durante a cúpula virtual do Brics: revelar os países que fazem campanha contra o Brasil, em razão da Amazônia, e por debaixo dos panos financiam madeireiros comprando madeira extraída ilegalmente.

Pendurado na brocha
A turma da área de tecnologia do Tribunal Superior Eleitoral deixou o ministro Luis Roberto Barroso “pendurado na broxa”. Não apareceu um só deles para assumir os “esclarecimentos” que nada esclareciam.

Bora trabalhar
O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), desfez uma das lorotas de Rodrigo Maia para justificar a paralisia da Câmara desde setembro: o líder Arthur Lira (PP-AL) avisou que o “centrão” está pronto para votar de segunda a sexta, e zerar tudo o que está pendente.

Fumaça que faz bem
Rodrigo Maia chamou de “cortina de fumaça” projetos que o governo fixou como prioritários. Ou sejam, independência ao Banco Central, renegociação das dívidas dos estados, Casa Verde Amarela…

É só querer
A previsão do Planalto é que as reformas Tributária e Administrativa sejam votadas ainda este ano. E admite que até o Orçamento de 2021, que é consensual, venha a ser votado direto no plenário.

Ei, você, aí…
O cineasta Silvio Tendler, curador do Festival de Cinema de Brasília, reafirmou em entrevista que o setor vive em situação crítica e que tudo conspira contra a produção cinematográfica. Não explicitou, mas suas palavras foram interpretadas como chororô por dinheiro público. Arre.

Atraso de vida
Anunciada no governo Lula, a novela em torno da concessão da Ferrovia Oeste-Leste chegou ao fim, segundo o ministro Tarcísio Freitas. O Tribunal de Contas da União levou 12 anos para liberar o primeiro trecho.

Agência não regulou
Segundo o senador Lucas Barreto (PSD), que é do Amapá, “se a Aneel tivesse exercido o seu papel, além de regular tarifas, não estaríamos passando por isso [o apagão em todo o estado] agora”.

Pensando bem…
…o desempenho pífio nas eleições mostrou que o TSE não faz valer seu custo anual de R$580 milhões.

Na ilegalidade e abrigado no MDB, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) discutia em uma reunião no morro da Mangueira se era o caso de concentrar esforços numa só campanha para deputado no Rio, em 1966, ou em várias. O dirigente Pafúncio quis contribuir para resolver o impasse: “Os camaradas que querem um candidato têm razão e os outros também…” Outro dirigente, Orestes Timbaúba protestou: “Ou é uma coisa ou é outra, camarada!” Pafúncio, o mais mineiro dos comunas, concordou, claro: “A proposta do companheiro tem todo o meu apoio”.

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