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Colunista - Cláudio Humberto

Estranha ligação a irmãos Batista complica ministro

quinta-feira, 11 de julho 2024

São 500 páginas com mais imposto para o brasileiro pagar
Deputado Marcel van Hatten (Novo-RS) sobre a reforma tributária do governo Lula

Alexandre Silveira (Minas e Energia) terá que explicar os 17 encontros fora da agenda com executivos da mbar Energia, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Na sequência, o presidente Lula (PT) assinou medida provisória transferindo para a conta de luz dos brasileiros uma dívida bilionária da Amazonas Energia dois dias antes de a dupla fechar a compra da empresa. “Esse governo continua com as mesmas práticas”, diz Marcos Pollon (PL-MS), referindo-se à história de corrupção petista.

Beijando cobra na boca
As reuniões fora da agenda ligaram o alerta no Congresso, por isso o deputado Marcos Pollon requereu a convocação do ministro para depor.

Sobrou pra geral
Pollon também quer a convocação de Rui Costa (Casa Civil). Vê possível favorecimento aos irmãos Batista com a edição da medida provisória.

Tem coisa aí
A mbar é acusada de descumprir contrato emergencial de 2021. Cabo Gilberto Silva (PL-PB) suspeita de tráfico de influência e concussão.

Deputado profeta
O deputado Rodrigo Valadares (União-SE) já havia alertado no podcast Diário do Poder que os irmãos Batistas “voltaram com tudo”.
Submissão
Desde que assumiu, Lula confia ao assessor Celso Amorim as missões mais relevantes, reservando a Vieira papel de ministro semi-desocupado.

Papel acessório
Tido como chanceler “decorativo”, Mauro Vieira exerce apenas papel protocolar, sem participar efetivamente da formulação de política externa.

Batendo asas
Sem ter o que fazer, Mauro Vieira preenche o tempo com tolices como a elaborar sua árvore genealógica, como em recente visita vazia à Suíça

Abuso de poder
A pelegada ligada a funcionários gasta rios de dinheiro em campanha milionária que divulga fake news nas rádios de Brasília contra a PEC que amplia a autonomia e torna o Banco Central empresa pública. A serviço do PT, o ativismo clama por um processo de abuso de poder econômico.

Bênção
Para diminuir resistência da oposição ao texto que regulamenta a reforma tributária, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) procurou Jair Bolsonaro nesta quarta (10). Pediu o apoio do ex-presidente.

Pernas curtíssimas
Kim Kataguiri (União-SP) pegou Tabata Amaral (PSB-SP) no contrapé ao dizer que votou pelo aumento de pena para o crime de receptação. Expôs print com presença da deputada registrada, mas sem o voto.

Zé do Taxão
Viralizou nas redes sociais montagem do ministro Fernando Haddad (Fazenda) caracterizado como o célebre Zé do Caixão, personagem de José Mojica Marins, mas chamado de “Zé do Taxão”.

Pantanal em chamas
Enquanto a ministra conta lorotas, boletim do próprio Ministério do Meio Ambiente registra que o Pantanal continua devastado pelo fogo: 61.250 hectares destruídos na última semana, duas vezes o tamanho de BH.

Itamaraty não apura
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), protestou contra o pedido de desculpas do Itamaraty ao Gabão e Burkina Faso pela abordagem “racista” de PMs a filhos de diplomatas: “Atacar a polícia antes de saber o que aconteceu é muito fácil”, protestou.

Moro vota contra
O Senador Sérgio Moro (União-PR) avalia que a reforma tributária discrimina Estados do Sul e Sudeste por conceder benefícios para montadoras de veículos do Nordeste. Já declarou voto contra.

Senado de cócoras
Prevista para terça (10), a votação da PEC do Marco Temporal ficou para outubro, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, em nova mostra de subserviência da dupla Rodrigo Pacheco/Davi Alcolumbre.

Pensando bem…
…vinte centavos já é muito, 26,5% é PT.

Benedito Valadares, que já fora interventor em Minas Gerais, recebia a visita do ex-senador Gilberto Marinho e seu colega, Victorino Freire, para tratar de assunto polêmico. Ou melhor, para ouvir: apenas Valadares falava. Os convidados ouviam compenetrados. De repente, o anfitrião parou de falar. “O que foi, Benedito?”, perguntou Marinho. Freire pediu: “Parou de falar sem mais nem menos. Continue, por favor!”. Desconfiado, Valadares mudou de assunto: “Não vou falar mais, não. Vocês estão prestando muita atenção…”

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