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Colunista - Cláudio Humberto

Governo ignora covid, que matou 283 em 1 semana

terça-feira, 02 de abril 2024

A prova de que estou no caminho certo
Deputado André Fernandes (PL-CE), após ataque de grupo esquerdista ao seu diretório

M orreram 283 brasileiros de covid-19 somente entre o domingo 17 de março e o sábado seguinte (23), na mais recente semana epidemiológica registrada pelo Conass, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde. O Ministério da Saúde abandonou o acompanhamento desses números em fevereiro de 2023, proibindo que seus funcionários os divulguem, e segue na intrigante atitude de ignorar quase 2,4 milhões de casos, além de 17.396 mortes, desde a posse de Lula e até há um mês, 2 de março.

Vírus sem controle
São assombrosos os números da covid em 2024, contabilizados pelo Conass, até o início de março: 518.972 novos casos e 2.611 óbitos.

Doenças ignoradas
Apesar dos casos e mortes por covid e dengue, o governo Lula não dá mostras de que planeja campanhas de esclarecimento para a população.

Fora das manchetes
A atitude de ignorar as epidemias que atacam simultaneamente os brasileiros é percebida também no noticiário obediente ao governo.

Covid bate à porta
Espera-se que o governo abandone a letargia, se for apenas caso de incapacidade, após o vice-presidente Geraldo Alckmin contrair a covid.

Vale no prejuízo
A pressão de Lula para impor Mantega na presidência da Vale impôs perdas nessa empresa privada global, e suas ações despencaram.

Petrobras encolheu
As interferências de Lula, passando a perna nos acionistas na Petrobras e alterando a política de dividendos, também impôs graves prejuízos.

Brasil
Têm origem judaica grande parte dos aportes estrangeiros, inclusive os que compõem os mais importantes fundos de investimentos do mundo.

Teto para cartões
Sugestão do leitor Antonio Saraiva, ao reagir aos gastos do governo Lula com cartões corporativos (R$170 milhões em 85 dias): “Está na hora de criar um teto de gastos para os cartões corporativos!”.

Moro e o 1º de abril
Viralizou entre políticos e magistrados de Brasília o artigo “Sergio Moro e o 1º de abril travestido de Estado de Direito”, do jornalista Mário Sabino, destacando a emblemática a data do início do julgamento destinado a punir o ex-juiz que teve a ousadia de meter políticos ladrões na cadeia.

Doído
Kim Kataguiri (União-SP) revelou que ganhou um desafeto após encarar o ex-deputado (atualmente com boquinha na Petrobras) Marcelo Ramos, que defendia aumento salarial de deputados: “Nunca mais falou comigo”.

Outros interesses
Esfriou o interesse pela PEC das Prerrogativas, que pretende proteger parlamentares e restringir ações da PF. Rodrigo Valadares (União-SE), autor do texto, vai buscar apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira.

Procede?
Enquete Diário do Poder sobre quem mais influenciará a eleição 2024: ideologia/partido, temas (Segurança etc.), interesses ou imprensa/redes. Ganhou a ideologia. Comunicadores não receberam um voto sequer.

Consequência
Presidente da Frente do Empreendedorismo, Joaquim Passarinho (PL-PA) disse à coluna que buscou o governo para ter espaço nos grupos de trabalho da reforma tributária, mas foi ignorado. Agora discute com o tema no Congresso, sem interesse em dialogar com o Planalto.

Falsos ídolos
Após grupo de extrema-esquerda assumir autoria do ataque ao diretório do deputado André Fernandes (PL), em Fortaleza (CE) e à sua casa, em Macapá (AP), Silvia Waiãpi (PL) lembrou: “a falsa ideologia e o crime andam de mãos dadas nesses movimentos”.

Muito nome, interesse estrito
Parlamentares da frente de “apoio ao sistema nacional de fomento (SNP) para financiamento do desenvolvimento” defenderam transição rápida na reforma tributária. O SNP é associação de bancos públicos e privados.

Pergunta na Saúde
Epidemia sem vacina não rende CPI?

Reza o folclore político gaúcho que ao fazer campanha para deputado estadual em Pelotas, em 1974, seu Elias adotou a estratégia de percorrer velórios. Chegava de mansinho, com ar consternado, e cumprimentava os familiares do falecido. Um dia chegou atrasado, mas a tempo de segurar a alça do caixão. Reconheceu, ao lado, na outra alça, um adversário, que, de tão triste, parecia ser ligado ao morto. Seu Elias puxou papo em tom de cochicho: “Quem é o finado ilustre?” O homem foi de uma sinceridade desconcertante: “Não sei, mas a família é numerosa e quase todos têm idade de votar…”

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