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Colunista - Cláudio Humberto

Lula expõe Lira e Haddad para vetar a própria MP

sexta-feira, 24 de maio 2024

A diferença entre gestor vs. gastador Deputada Adriana Ventura (Novo-SP) comparando Tarcísio de Freitas a Lula A decisão de vetar a própria medida provisória, taxando compras em sites que são o xodó de pessoas pobres, mostra como Lula (PT) ficou perdido com pesquisas atestando sua rejeição. Com o veto, ele tenta reverter pesquisas tipo Quaest: 55% dos brasileiros acham que ele não merece ser reeleito. Além de mostrar não saber o que faz ou assina, irritou o presidente da Câmara, Arthur Lira, que, a seu pedido, enfrentou o desgaste de transformar sua MP estúpida na lei que agora quer vetar. Culpa do Haddad No Planalto e no Congresso, a estratégia do governo é culpar pelo erro o ministro Fernando Haddad (Fazenda). Até porque a ideia foi dele mesmo. Puxando o tapete O maior entusiasta da ideia de Lula vetar a própria MP, que mídia amiga agora chama de “MP do governo”, é o ministro Rui Costa (Casa Civil). Combo baiano Com a operação, Rui Costa prega mais um prego no caixão de Haddad, com quem anda às turras, e ainda com chance de “salvar” o chefe, Lula. Pendurado na brocha A maior dificuldade de Arthur Lira é como dizer aos líderes que o apoiaram na aprovação da lei que o presidente Lula irá vetar a própria MP, fato inédito na História. O pecado Antes de qualquer desenho sobre a regulamentação, Lula disse que Aguinaldo Ribeiro relator “seria ideal”. Acabou ali a chance do deputado. Nomes demais Lira tenta viabilizar Elmar Nascimento (União-BA) como sucessor, mesmo desagradando a Lula. A candidatura de Ribeiro não ajuda. Campanha velada Não passou despercebido Ribeiro na Comissão de Finanças, nesta semana, no cordão de bajuladores de Fernando Haddad (Fazenda). Xô, Mantega Enquanto Lula tenta barganhar o controle da Vale dificultando o acordo de indenização de R$127 bilhões para Mariana (MG), a companhia global (que é privada) contratou a Russel Reynolds, de padrão internacional, para assessorar na seleção do seu futuro presidente. Gisele é top Campanha de Gisele Bündchen superou (e muito) a merreca que Joe Biden mandou ao Rio Grande do Sul. São R$6 milhões da modelo contra R$100 mil do americano belicista e também mão-de-vaca. Aloprados no poder Ao ver déficit nominal bater os R$380 bilhões, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) lembra que o Brasil não vive uma pandemia, mas diz que o País “tem uma quadrilha gastando igual aloprado”. Aí é dureza! Lira sobrando Nem precisava pesquisa, mas a Quaest confirmou na Câmara que Arthur Lira é aprovado pela maioria dos deputados e que ele é quem definirá o próprio sucessor. Influência bem maior que Lula e Bolsonaro somados. Da memória não apaga Para o deputado Delegado Ramagem (PL-RJ), a politicagem voltou às estatais federais, com Lula e aval do STF. “Uma vergonha internacional. Anulando tudo da Lava Jato… quero ver apagar a nossa memória”. Nada a reclamar Magda Chambriard deve ser referendada hoje como nova presidente da Petrobras. A executiva substitui Jean Paul Prates, que saiu após humilhante demissão por Lula. O salário passa dos R$133 mil. Embromação Kim Kataguiri (União-SP) cobrou o ministro Fernando Haddad (Fazenda) que muito falou e pouco explicou na Câmara. “Gostou muito de lacrar”, concluiu o deputado, “mas responder perguntas, que é bom…”. Lançamento prestigiado Lançamento do livro de Aldo Rebelo, “Amazônia, 500 anos de cobiça internacional”, contou com ilustre presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumprimentou o autor e garantiu um exemplar. Pensando bem… …no Brasil, o crime não só compensa como virou investimento.

Afonso Arinos de Melo Franco era ministro das Relações Exteriores de João Goulart e tinha pavor de avião. Certa vez, ao concluir visita a Portugal, ele se despediu do presidente anfitrião, Américo Tomás, que tocou no assunto: “O senhor gosta de avião?” O chanceler admitiu: “Não muito, excelência…” Em lugar de tranqüilizar o visitante brasileiro, Tomás fez um comentário que o atormentaria durante todo o percurso de volta: “É, enquanto eles voam lá em cima, as oficinas continuam cá em baixo…” Afonso Arinos morreu falando mal de Américo Tomás.

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