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Colunista - Cláudio Humberto

Mercado torce por Haddad com medo do substituto

terça-feira, 18 de junho 2024

Quando o Lula erra, quem paga o pato é você
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)sobre os tropeços e inépcia do governo petista

U dm ano e meio após a posse de Lula (PT), economistas experientes e o mercado já não esperam grande coisa do atual “governo da vingança”, mas torcem pela manutenção de Fernando Haddad como ministro da Fazenda convencidos de que seria pior sem ele. O grande medo é dos seus eventuais substitutos, as piores opções possíveis, de Aloizio Mercadante (BNDES) a Márcio Porchmann (IBGE), passando pelo ex-ministro Guido Mantega e o diretor do Banco Central Gabriel Galípolo.

Vanguarda do atraso
As opções a Haddad sofrem influência da Unicamp, curso de Economia mais empenhado em treinar ativistas partidários do que economistas.

História de fracassos
Seus “heterodoxos” fracassam abraçando teorias que negam o óbvio: inflação é fenômeno monetário, por excesso de emissão de dinheiro.

Maluquice da vez
Hoje prevalece a invencionice de uma tal MMT (Modern Monetary Theory), que defende o Estado emitir moeda para gastar à vontade.

Pode ser mesmo pior
Está na lista Nelson Barbosa, ex-ministro da Fazenda de Dilma em 2015 e 2016, quando a economia teve desempenho pior que na pandemia.

Como tem que ser
Destituições no comando da Petrobras devem ser feitas em assembleia geral da empresa e não pelo presidente da República.

Sai todo mundo
O deputado sustenta que, considerando a ilegalidade na saída de Prates, a escolha de Magda e dos conselheiros foram feitas fora da lei.

Batalha perdida
Siqueira também tentou barrar, via liminar, reunião do conselho de administração que referendou Magda no posto de Prates. Foi negada.

CPI do Achaque
A CPI das Apostas Esportivas no Senado virou CPI do Achaque: ouvirá amanhã José Francisco Manssur, ex-assessor de Haddad, demitido após contar ter ouvido de empresário que Felipe Carreras (PSB-PE), relator da CPI na Câmara, exigiu R$35 milhões em troca de “ajuda e proteção”.

Frase premonitória
O genial Roberto Campos sabia bem o que a turma dos “heterodoxos” representava para o País: “Ou o Brasil acaba com economistas da Unicamp ou os economistas da Unicamp acabam com o Brasil”.

Pena mais dura
O autor do PL do Aborto, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), tem solução para que a pena de estupradas que fizerem o aborto após 22 semanas não seja maior que a do estuprador: basta aumentar a pena para o criminoso.

Papelão do TCU
O Tribunal de Contas da União (TCU), órgão de assessoramento do Legislativo, novamente se prestou ao papel de auxiliar do governo para atacar renúncias fiscais, a maioria concedidas pelos governos do PT.

Não escreva o que ele diz
O presidente da Febraban, Isaac Sidney, continua com dificuldade de sustentar o que diz. Após sentenciar que o ajuste fiscal “colapsou”, conversou com Fernando Haddad e deu uma recuada constrangedora. Passou a dizer que o ministro tem “apoio institucional” dos bancos.

Primeiro da lista
Ao defender a liberdade de expressão, o senador Rogério Marinho (PL-RN) pregou o combate à desinformação, mas lembrou, “Fake news não é crime. Se fosse, Lula deveria ser o primeiro a ser denunciado”.

Arroz muito sujo
A Comissão de Agricultura da Câmara chamou o ministro Carlos Fávaro (Agricultura) para explicar amanhã (19) essa coisa suspeitíssima de importar arroz, apesar da produção recorde e dos estoques elevados.

Jovens na mira
Recebeu quase 74 milhões de visualizações no X (ex-Twitter) em menos de 24 horas a entrevista do ex-presidente e candidato a presidente dos Estados Unidos Donald Trump ao influenciador e lutador Logan Paul.

Pensando bem…
…“mal impressionados” estão os eleitores.

Se a política fosse o campeonato da memória, Paulo Maluf seria o campeão e André Franco Montoro o lanterninha. Ao contrário do ex-prefeito de São Paulo, capaz de recordar nomes e datas com impressionante precisão, Franco Montoro, fundador do PSDB, sempre errava datas, trocava as bolas, misturava nomes e colecionava antipatias. Uma delas foi a do ex-ministro das Comunicações Pimenta da Veiga, no governo FHC. Ele ficou uma arara, mas depois relaxou, quando, certa vez, Montoro o saudou assim: “Meu caro deputado Pimenta do Reino…”

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