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Colunista - Fernando Maia

O Exército da Salvação

quinta-feira, 27 de janeiro 2022

O Orçamento da União sancionado na última segunda feira foi elaborado para contentar os seguidores do presidente Jair Bolsonaro. Para observadores, trata-se de uma peça concebida para agradar congressistas em ano de eleição, e que terminou por evidenciar o poder do Centrão. Os partidos do grupo de sustentação ao presidente controlam 150 bilhões nas mãos de 32 parlamentares do PP, PL e Republicanos, comandados pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Artur Lira, os dois mais influentes políticos do país na atualidade. Foram cortados recursos que se destinavam a despesas na área de educação, mas os 16,5 bilhões para pagamento de emendas de relator e do execrável Orçamento secreto permaneceram intocáveis, bem como os recursos destinado aos fundos partidário e eleitoral. Parlamentares que manipulam o exército da salvação do presidente Bolsonaro estão otimistas quanto a suas perspectivas eleitorais.

Um entre poucos.
A radiofonia cearense perdeu ontem um dos seus mais expressivos valores na pessoa do radialista Narcelio Limaverde, por nós todos amado como ser humano e querido com um dos mais icônicos profissionais da classe. Sua intenção era uma, mas o curso dos acontecimentos o tornaram mais relevante do que eventuais triunfos alcançados, elegendo-se deputado estadual mais votado do Ceará. Filho do radialista Zé Limaverde, terminou virando “coisas que o tempo levou”, para tristeza dos muitos amigos que aqui ficaram. Emblemático, será sempre lembrado.

Esquecendo origens. Ninguém entendeu no Ceará o comportamento do senador Tasso Jereissati atrelando-se a candidatura presidencial da senadora Simone Tebet, de armas e bagagem. Esperava-se que apoiasse o seu por várias vezes parceiro, Ciro Gomes. Terá ele se decepcionado por ter apoiado a moribunda gestão Sarto Nogueira?
Política sem ódio. Randolfe Rodrigues com Lula? O sapo barbudo não quer saber se é ou se não é. Pode até ser enganado nessa marcha de adesões para atrair forças heterogêneas, mas corre o risco. É assim que caminham os candidatos, fazendo política como Camilo Santana, sem ódio.
Até que Deus o ilumine. O deputado Danilo Forte, nosso melhor valor na Câmara Federal, sofre as consequências do “tsunami” no PSDB. Abandonou o partido no Ceará pela traição de Tasso, mas sustenta o seu vínculo apoiando João Doria, candidato vencedor das prévias, até que Deus o ilumine.
Não por isso. O senador Omar Aziz, presidente da CPI da pandemia que massacrou o nosso Eduardo Girão, está sendo acusado de não ter se vacinado. Vai a justiça contra o que diz ser boato de opositores que querem desgasta-lo.
Fumaça na chaminé. Ex-presidente da Assembleia Legislativa e um dos mais queridos parlamentares da bancada governista, o deputado José Albuquerque vem sofrendo alijamento informativo de setores governistas. Não sabe se intencional, ou obra do acaso. Mas é suspeito.

“Não convidem para a mesma mesa o prefeito de Fortaleza, e metade da bancada situacionista da Câmara Municipal.
O mesmo acontece também na Assembleia Legislativa.” Observação de uma felpuda raposa do PDT

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