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quinta-feira, 17 de junho de 2021.
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Colunista - Rubens Frota

Rendimentos ainda

quinta-feira, 13 de maio 2021

Levantamento feito pelo BC atesta: o rendimento per capita do brasileiro deve cair 1,3% ao fim de 2021. A maioria dos entrevistados ouvidos também projeta que o PIB deve alcançar os níveis observados antes da pandemia de covid-19 no quarto trimestre deste ano. Quem não vê uma recuperação da atividade ainda neste ano, projeta que a retomada do patamar pré-crise sanitária ocorra no primeiro trimestre do ano que vem. As questões foram enviadas antes da reunião mais recente do Copom, que ocorreu em 4 e 5 de maio. As respostas contribuem para o conjunto de informações que subsidiam a decisão sobre a Selic, taxa básica de juros.
Em relação ao mercado de trabalho, a expectativa dos economistas ouvidos pelo BC é que a taxa de desemprego encerre o ano em 13,8%. Além disso, para a maioria dos entrevistados, a dívida pública bruta só atingirá seu pico em 2029. Parte diz acreditar que o endividamento do governo alcançará seu maior nível em 2025. Atualmente, a dívida está 89,1% do PIB e soma R$ 6,72 trilhões. Entre os economistas consultados, 44% respondeu que o ambiente externo está mais favorável hoje em comparação com a reunião anterior do Copom, em março. Apenas 16% disse estar menos favorável e 40% afirma que não houve mudanças relevantes no cenário internacional. Na semana passada, o comitê elevou a Selic em 0,75 ponto percentual, a 3,5% ao ano, e sinalizou nova alta de mesma magnitude em junho.

Serviços sobem
O setor de serviços cearense subiu 0,7% entre fevereiro e março. O resultado indica uma pequena desaceleração frente ao registrado em fevereiro (1%). Esse é o segundo mês seguido de altas, após o recuo de -2,8% em janeiro. Sobre março de 2020, o setor teve queda de 3,1%, registrando a 14ª taxa negativa seguida na comparação com igual mês do ano anterior. Já o fechamento do primeiro trimestre teve queda de 7,7% frente ao mesmo período de 2020. O acumulado em 12 meses é de -15,3%, diz o IBGE.
Turismo afunda
Em março de 2021, as atividades turísticas aqui no Estado desabou 20,3% frente a fevereiro – queda mais intensa desde julho de 2020 (-27,1%), e a segunda maior do País, atrás, apenas, do Rio de Janeiro (-21,5%). O setor vinha mostrando recuperação entre agosto de 2020 e janeiro de 2021, com avanço de 116%, mas sofreu novo revés neste mês. Frente a março de 2020, as atividades turísticas no Ceará caíram 35,4%, 13ª queda seguida. No ano, o agregado caiu 34,5% frente a igual período de 2020.

Inadimplência avança em abril
O índice de consumidores inadimplentes no País cresceu em abril. Segundo a Boa Vista, sobre março deste ano, houve alta de 5,1% nos atrasos de pagamentos – sobre abril de 2020, a alta foi de 5,8%. Já no acumulado de 12 meses, a taxa de inadimplentes pouco mudou, com queda de 21,3%, após declínio de 21,4% visto antes. Conforme a empresa, a inadimplência tem possibilidade de continuar subindo, já que o mercado de trabalho segue fragilizado pela covid-19 e o auxílio emergencial, retomado em abril, deve ter efeito reduzido sobre o indicador.

Indústria otimista
Após quatro quedas consecutivas, o nível de confiança do empresário industrial, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), subiu 4,8 pontos em maio, na comparação com abril, e atingiu 58,5 pontos, em uma escala que vai de 0 a 100 pontos, tendo, na marca dos 50 pontos, a linha de corte entre confiança e falta de confiança por parte do empresário brasileiro. De acordo com a CNI, esse crescimento reverte parte da queda ocorrida entre janeiro e abril deste ano de 9,4 pontos.
Imóveis
Apesar do agravamento da covid-19, os brasileiros aumentaram, em dez vezes, a procura por um imóvel, entre março de 2021 e de 2020, de acordo com levantamento feito pelo DataZap, do portal Zap Imóveis e Viva Real. Quatro em cada dez brasileiros afirmaram que sua busca por uma nova casa aumentou, segundo o estudo feito com 2.224 usuários dos sites. Em março de 2020, a proporção era quatro em cada cem. Para a DataZap, a demanda menor e juros baixos contribuíram para a intensificação.

Luiz Gastão reassume Fecomércio-CE
O vice-presidente administrativo da CNC, Luiz Gastão Bittencourt (E), reassumiu, ontem, a presidência do Sistema Fecomércio-CE. O cargo, até então, era ocupado pelo empresário Maurício Filizola (D), que agora segue como 1º vice-presidente, conforme diretoria eleita para o mandato 2018-2022. Membro dos Conselhos da Federação Brasileira das Empresas de Asseio e Conservação (Febrac) e dos Conselhos Nacionais do Sesc e do Senac, Bittencourt encontrava-se como presidente licenciado da Fecomércio-CE.

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