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Colunista - Cláudio Humberto

Sem votos, Pacheco some com PEC do Quinquênio

quinta-feira, 16 de maio 2024

Não tinha noção que o Rio Grande do Sul tinha tanta gente negra
Lula (PT) demonstrando que não conhece bem a população do País que ele preside

Faltando apenas uma sessão de discussão para ser votada, a proposta que ressuscita marajás no serviço público sumiu da pauta. O quinquênio reajustaria automaticamente em 5%, a cada 5 anos, salários já elevados no Judiciário, Ministério Público e mais 13 carreiras. A proposta leviana de Rodrigo Pacheco “não passa”, diz o senador Márcio Bittar (União-AC), falta apoio na oposição e no governo. Ciro Nogueira (PP-PI) concorda, Styvenson (Pode-RS) também: “Inoportuno para realidade brasileira”.

Olhos bem abertos
Desconfiado com o súbito desaparecimento do projeto, Eduardo Girão (Novo-CE) crê que houve um recuo estratégico: “Vão querer retornar”.

Penduricalho bilionário
“Acho que subiu no telhado”, diz Izalci (PL-DF) sobre a PEC inventada pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao custo de R$42 bilhões.

Prioridade é o RS
Na Câmara, o avanço é ainda mais remoto. “É 50% do necessário para construir o RS”, diz o deputado Pandovani (União-PR), contrário ao texto.

‘Classe dos marajás’
O vice-líder do governo José Nelto (PP-GO) diz que não há clima para dar aumento para juízes, a “classe dos marajás do Brasil”.

Petista sortudo
No Planalto, aspones de Lula dizem que Jean Paul Prates não pode reclamar porque sempre foi bafejado pela sorte “por ser do PT”.

Jamais sonhou
A turma de Lula diz que Prates, suplente, foi um senador sem votos. E abandonou um mandato que não era seu para presidir a Petrobras.

Areia demais
Lula hoje fala mal de Prates, como se não fosse dele o erro de designar Prates para a Petrobras, apesar do currículo demasiado.

Maníacos da lacração
A pedido de Capitão Aberto Neto (PL-AM), a Câmara quer explicações de Camilo Santana (Educação) após a idiotice lacradora de “linguagem neutra” virar “prioridade” na 4ª Conferência Nacional de Cultura.

Fim melancólico
A CPI da Braskem caminha para fim ainda mais apagado do que o começo. Sem a cobertura midiática esperada, o relatório final do senador Rogério Carvalho (PT-SE) foi apresentado nesta quarta (15).

Rachadones
Foi adiada votação no Conselho de Ética da ação contra André Janones (Avante-MG), gravado estabelecendo rachadinha. O relator, Guilherme Boulos (Psol-SP), manobra para tudo acabar em pizza. Que gente.

Convite aceito
A pesquisadora da USP Michele Prado, demitida após desmentir fake news da Globo News e dizer que Janja criou a própria milícia digital, aceitou convite e vai depor na Comissão de Comunicação da Câmara.

Avança devagar
O Conselho de Ética finalmente escolheu relator para representação contra o destemperado Glauber Braga (Psol-RJ), que chutou para fora da Câmara um cidadão. Será o deputado Paulo Magalhães (PSD-BA).

Debates nos EUA
O ex-presidente dos EUA Donald Trump aceitou o convite das redes CNN e ABC para enfrentar, em dois debates, o atual presidente Joe Biden, que Trump chamou de “o pior presidente da História dos EUA”.

Crianças como escudo
Além de flagrar funcionários da ONU na maior camaradagem com terroristas do Hamas, os militares Israelenses anunciaram a destruição de célula terrorista que operava dentro de uma escola em Gaza.

Prioridade máxima
Apesar das enchentes no Sul, do projeto malandro para ajudar imprensa amiga, o novo ChatGPT, Gaza, guerra na Ucrânia etc., o assunto da semana no Brasil tem sido – novamente – o futebol, diz o Google Trends.

Pensando bem…
…para um povo gaúcho que pagou R$190 bilhões em impostos no último ano, os “benefícios” do governo federal são trocados.

Advogados que atuam no Supremo Tribunal Federal (STF) sempre reclamaram da primazia conferida a ministros aposentados que, de volta à advocacia, sempre ganham prioridade no agendamento de audiências com ministros da ativa. Esse tipo de queixa é frequente em outras carreiras, como a diplomacia. O saudoso embaixador Jorge Taunay (pai) tinha uma frase bem humorada e definitiva sobre autoridades que subitamente se veem de volta à planície: “O duro, quando a gente se aposenta, é passar de “your excellency” para “seu Jorge”…”

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