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Colunista - Fernando Maia

Vantagens da agricultura urbana

sexta-feira, 05 de julho 2024

Boas informações para a produção de alimentos levando-se em conta os milhões de toneladas de grãos, de carne e de frango que batem recordes a cada ano. A agricultura familiar é reconhecida como responsável pela crescente produção de alimentos por importadores estrangeiros, atendendo um mercado altamente consumidor. A Comissão de Agricultura do Senado aprovou Projeto de Lei nesse sentido, mas deixou fora o aproveitamento em áreas desocupadas de grandes cidades por falta de uma política de serventia dos próprios moradores do entorno. Alberto Silva, ex-governador do Piauí, foi quem deu início ao aproveitamento dessa prática no seu estado alcançando grande sucesso pelo ineditismo da ideia. Produzia alimentos e educava o povo a economizar recursos que antes eram destinados à aquisição de bens de consumo familiar nos supermercados. A implantação da agricultura urbana nas grandes cidades por pessoas oriundas do interior, baseia-se no aproveitamento de espaços ocupados pelo lixo descartável, mas de enorme valia para servir como adubo natural favorecendo o crescimento das plantas em locais em que nada se cultivava. Com essa atividade nas urbes, a população poderá contar com a produção de verduras, produtos hortícolas, cereais, ovos e frutas, garantindo bem estar social para pessoas desocupadas que passam a ter trabalho e renda. Projetos dessa natureza podem melhorar a vida de muitos brasileiros se não houver exploração política, o que geralmente ocorre quando surge uma boa ideia sem que eles se intrometam.

Sem homenagens. Tramita na ALECE Projeto de Lei que poderá gerar muita polêmica, se for ao Plenário antes da eleição. Trata-se de matéria do deputado Guilherme Landim, em que está proposto o veto total a quaisquer homenagens, como cidadania e medalhas para pessoas que tenham sido acusadas e condenadas de atos de improbidade e de corrupção.

Agricultura dividida. Quando o presidente Lula anuncia que irá liberar R$ 76 bilhões para à agricultura, desconfia-se da pujança do agronegócio brasileiro, tido como a força que mais tem gerado divisas para o país. Mas o buraco é mais embaixo. Essa atividade está dividida entre o agronegócio dos mega produtores apoiando Bolsonaro, e os médios e pequenos solfejando recursos para ajudar Lula.
Destino incerto. Em Brasília, os principais colunistas políticos destacam a informação de que o Planalto terá que despejar nas mãos de 581 deputados e senadores, R$ 30 bilhões em emendas parlamentares. São cerca de R$ 50 milhões a serem entregues a cada um dos parlamentares. Nada mau, desde que se soubesse que fim a grana poderá tomar.


União dos contrários. De Crato vem um exemplo para os políticos da capital. Tasso e Roberto Pessoa tentaram unir toda a oposição em torno de Lucas Brasil (PSDB) e Alain Brasil (UB). Não deu. No caso presente sobra para André Barreto que apoiado por Elmano, Camilo e companhia, pode comemorar o que a sorte mudou. Espera-se que os oposicionistas de Fortaleza conheçam essa história.
A deriva. A bancada estadual do PL continua em dramático suspense aguardando o julgamento do STF depois da cassação dos seus quatro deputados pelo Tribunal Regional Eleitoral. Segundo se comenta em Brasília, casos rigorosamente iguais de descumprimento da Lei Eleitoral foram confirmados pela Corte Superior.
Direito ignorado. Tramita na Câmara dos Deputados Projeto de Lei da deputada Luizianne Lins (PT) pela implantação do programa Economia do Cuidado. A matéria destaca a necessidade e recompensa das mulheres responsáveis pela gestão de seus lares. Para ela, não se trata de uma vocação, mas, sim de uma pesada obrigação das mulheres que precisa começar a ser remunerada.
Cidadania. A Assembleia Legislativa, atendendo a requerimento do deputado Renato Roseno (PSOL), concedeu ao ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida, a Cidadania Cearense. Trata-se, de uma das homenagens mais merecidas em todos os estados, tendo em vista a maneira como Almeida dinamizou a luta da sociedade pelos Direitos Humanos.
Proteção no ponto. O Governo do Estado e o titular da SSPDS, Roberto Sá, tomam uma medida que deveria ter sido adotada há muitas décadas. Trata-se da proteção policial em pontos de parada de ônibus. A partir de agora cerca de 400 paradas obrigatórias de transporte coletivo serão protegidas pelo efetivo da PM estadual que poderá revistar e prender suspeitos.

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