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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022.
Fortaleza, Ceará, Brasil.

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Colunista - Fernando Maia

Via dispersa

Enquanto Lula e Bolsonaro permanecem liderando a disputa presidencial de 2022, pelo menos oito pré-candidatos despontam: Ciro Gomes (PDT), Sérgio Moro (PODEMOS), Luiz Henrique Mandela (DEM), senadora Simone Tebet (MDB), João Dorian PSDB, senador Rodrigo Pacheco, (PSD), Felipe Ávila (NOVO) e André Janones (Avante). Como é fácil observar-se são, em sua maioria, nomes com bom status, inclusive a senadora Simone Tebet, única aspirante mulher, que poderá mobilizar a votação feminina. Observe-se ainda que enquanto continua sendo aventada a possibilidade de uma terceira via para neutralizar uma disputa entre a direita e a esquerda, há dificuldades para os adversários de Jair Bolsonaro formarem uma frente ampla, sem a qual todos eles poderão ser consumidos pela máquina estatal que arrima a candidatura do presidente. Superando barreiras da antropofagia eleitoral, é possível aos pré-candidatos já conhecidos, assim como outros a surgirem, cumprir deveres partidários no seletivo primeiro turno, apostando todas as fichas na recuperação de uma quase perdida unidade, sem se distanciar do confronto final no segundo turno. Isso, no entanto, isso só ocorrerá com a aglutinação de forças dispersas por divergências.

De olho na união.
O senador Cid Gomes precisa se compor com lideranças de partidos que gravitam no entorno do governo estadual, mas são dependentes de decisões de suas executivas nacionais, como são os casos do PSD, PL e PP, presididos por comensais do Abolição. Há quem afirme que uma debandada dessas forças representaria 1 milhão de votos a disposição de um candidato que não sofra influência do sistema. Domingos Filho, Acilon Gonçalves e A.J. Albuquerque, unidos, podem ameaçar os alicerces do poder.

Mais um partido. Quando se pensava que estava esgotado o “estoque” de novos partidos, foi lançado em Fortaleza mais um deles, o Partido Agir, em ato bastante concorrido e prestigiado pelo deputado Mauro Filho (PDT) e pelo seu filho, prefeito de Redenção, Davi Benevides.

FAEC sem rumo. Com a morte do engenheiro-agrônomo Flávio Saboya, que na presidência da FAEC engrandeceu a entidade agropecuária do Ceará, a eleição para a futura Diretoria começa muito mal com a troca de acusações entre o candidato Paulo Hélder, da situação, e Amílcar Silveira, da oposição. Que bons propósitos iluminem o vencedor da eleição que será hoje.

Boa receptividade. Tem sido positiva a receptividade de lideranças do MDB-CE a indicação, da senadora Simone Tebet para disputar a sucessão presidencial. Intramuros informa-se que o partido se conformaria como lugar de vice em qualquer chapa de oposição.

Gratidão. O prefeito de Quixeramobim, Cirilo Pimenta, em nome da sua cidade e de todo o Sertão Central, prestou homenagem de gratidão ao ex-deputado Pinheiro Landim, como grande benfeitor da região. Para Cirilo aquela o Sertão Central deve a Landim a água, estradas, e o fortalecimento da bacia leiteira.
Mais boataria. A prévia do PSDB, cujo resultado fez esse partido perder uma liderança do porte do ex-governador paulista Geraldo Alckmin, serviu também para alimentar os mais desencontrados boatos. Um deles, apregoado por petistas, é de que Alckmin já acertou para ser vice de Lula, poderia vir a ser vice dele.

“A intenção da CNM de oferecer boas assessorias a vereadores é boa. Só que muitos deles só não roubam mais à falta de assessorias competentes”. Jornalista e humorista José Simão, da “Folha de São Paulo”.

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